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A Universidade Metodista não compareceu na manhã desta terça-feira, dia 16 no Foro Conciliatório para tratar das clausulas estabelecidas na Convenção Coletiva do Trabalho-CCT. A instituição solicitou alteração para uma nova data em 19 de julho.

Desta forma e por entender que a ausência tem apenas e tão somente caráter protelatório o SinproABC – Sindicato dos Professores do ABC decidiu ir ao TRT – Tribunal Regional do Trabalho na perspectiva que a Universidade Metodista honre sua parte no acordo com os professores e professoras da Instituição.

O descumprimento da clausulas ( saiba mais abaixo) tem gerado indignação nos docentes, tendo em vista que a greve da categoria foi suspensa mediante acordo firmado com a anuência do Tribunal Regional do Trabalho – TRT , entre a Instituição e o SinproABC, onde a Metodista se comprometeu a pagar salários em dia e regularizar os pagamentos de salários atrasados e regularizar depósitos do FGTS. No dia seguinte os profissionais voltaram ao trabalho.

O acordo firmado em 17 de maio foi crucial para que os professores e professoras voltassem para sala de aula, após 21 dias de greve.

A paralisação – considerada histórica – contou com o apoio dos estudantes, funcionários da Metodista e a sociedade de modo geral.

A greve foi deflagrada em resposta aos salários atrasados e a falta de deposito do FGTS, entre outras irregularidades cometidas pela Universidade.

A categoria reivindica: 

FGTS posicionamento sobre o cumprimento do parcelamento e recolhimento atual, inclusive com exibição de documentos;
Atraso no pagamento dos salários;
Atraso no pagamento do Vale alimentação;
Atraso no pagamento do Vale transporte;
Não pagamento de férias e do terço constitucional;
Repasse de consignado não esta sendo direcionado aos bancos, mesmo que descontados do empregado.

 

ensino superior reajuste 2019


Em comunicados conjuntos assinados e distribuídos nesta sexta-feira, 15/03, ficou estabelecido o reajuste salarial de 2019 para professores e auxiliares no Ensino Superior nas instituições privadas de ensino no Estado de São Paulo.

Via FEPESP

O reajuste vale a partir de 1º de março de 2019. A porcentagem do seu reajuste, no entanto, vai depender da opção adotada na instituição com relação ao plano de assistência médica.

Como se sabe, na Convenção Coletiva 2018-2019 (veja aqui) ficou garantido que professores e auxiliares manteriam o plano de assistência médica conquistado e consagrado em muitos anos de negociação. Você, com seu sindicato, foi firme e as instituições não conseguiram tirar o plano de saúde da convenção coletiva.

Mas ajustes foram feitos: as instituições passaram a ter a opção de manter os planos atuais ou adotar planos com coparticipação. E, neste caso, a porcentagem de reajuste é maior para os que tiveram a introdução de coparticipação nos seus planos.

Este é o resumo:

REAJUSTE DE 4,76%
As mantenedoras que optaram pelo Plano A – com coparticipação na assistência médico hospitalar, deverão reajustar os salários dos professores e auxiliares de administração escolar em 4,76% sobre os salários devidos em 1º março de 2018.

REAJUSTE DE 3,90%
As mantenedoras que optaram pelo Plano B – sem coparticipação na assistência médico hospitalar, deverão reajustar os salários dos professores e auxiliares de administração escolar em 3,90% sobre os salários devidos em 1º março de 2018.

QUAL PLANO ESTÁ SUA INSTITUIÇÃO?
O levantamento das instituições que optaram por introduzir coparticipação na assistência média – ou que mantiveram os planos como estão – deverá ser apresentado pelo sindicato patronal, o Semesp, até o dia 18 de março. O levantamento está sendo feito instituição por instituição, para permitir a nossa fiscalização. Mesmo assim, o reajuste está assegurado sobre o valor do seu salário em 28 de fevereiro. O reajuste, como foi dito, vale a partir de 1º de março.

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