Assembleia ensino superior 04 de novembro as 17h

ASSEMBLEIA VIRTUAL DOS PROFESSORES E PROFESSORAS DO ENSINO SUPERIOR

DIA 04/11, ÀS 17H

Pauta

✔️ Análise de eventual contraproposta patronal;

✔️ Continuidade da campanha salarial: mobilização e formas de luta;

✔️ Deliberação para autorizar eventual instauração de Dissídio Coletivo;

✔️ Autorização em favor do Sindicato para utilização de dados com finalidade especificamente sindical, em observância a Lei 13.709, de 14 de agosto de 2018.

 

Para entrar acesse o link 15 minutos antes: https://us02web.zoom.us/j/88039233270

ensino superior cct mais 30 dias

Via FEPESP


Chegou e passou a data base 1º de março de professores e auxiliares no Ensino Superior, mas os direitos na convenção coletiva, todos eles, continuam valendo.


Na rodada de negociações desta segunda-feira, 09/03, entre a comissão de sindicatos da Fepesp e o grupo patronal, ficou estabelecido que a convenção coletiva será prorrogada por mais trinta dias, enquanto segue a negociação.

Nesse período, e enquanto se negocia, as instituições de ensino superior privadas no Estado de São Paulo poderão adequar o regime de implementação dos seus planos de saúde, com ou sem a coparticipação de professores e auxiliares em custos de consultas e exames.

O detalhe: se houver a opção pelo regime de coparticipação nos custos, a instituição deve aplicar um reajuste adicional de 0,86% nos salários – para compensar a coparticipação nos planos de assistência médica. E, mesmo se a instituição aplicar esse plano durante este período de extensão da convenção, o reajuste adicional deve ser aplicado retroativamente a 1º de março de 2019, quando passou a vigora a atual convenção coletiva.

Por isso, todos os contratos de planos de saúde e assistência médica devem ser informados pelas instituições, para fiscalização, até o final de março deste ano. Fique atento: confira seu plano e seu salário – e, havendo qualquer dúvida, procure imediatamente o seu sindicato!

 Negociação em blocos – A comissão de negociação dos sindicatos da Fepesp rejeitou, na sessão desta terça, a confusa pretensão do lado patronal em negociar a nova convenção em um demorado processo de item por item. Os sindicatos exigem negociar blocos de questões que têm relação e coerência entre si.

Assim, na próxima rodada de negociação, queremos discutir o pacote de remuneração de professores, seus salário e benefícios, com o conjunto de itens que compõem a sua remuneração. Discutir de outra forma é aceitar um jogo em que se aplica um índice aqui, e o patronal tentar manobrar diminuindo horas-aula ali.

A visão de conjunto na negociação é importante e necessária para se enfrentar a precarização do ensino, a reestruturação selvagem de grades curriculares, a expansão sem rédeas do ensino a distância, e a cartelização de salários pelos grandes grupos de educação superior que enxergam a educação superior apenas como um negócio lucrativo.

Foi isso que aconteceu também na rodada de negociação anterior: o patronal começou a pegar um item cá outro lá, nossa comissão reuniu todos os itens que se referem à atuação sindical nas escolas, no mesmo bloco: homologação de rescisões no sindicato, relação nominal de cargos e salários para fiscalização de aplicação de reajustes e direitos, encaminhamento das mensalidades e contribuição de sócios ao sindicato. Eles não querem nada disso, tentam escamotear discutindo itens isolados – mas respondemos colocando na mesa os itens que tem ligação uns com os outros.

A próxima rodada de negociação está marcada para a segunda-feira, dia 19/03.

Via FEPESP

e superior proposta rajuste 12 08

 

Depois de manter-se irredutível quanto ao reajuste salarial em praticamente todas as inúmeras e exaustivas sessões de negociações nesta campanha salarial dos professores e auxiliares no ensino superior privado, o entendimento sobre firmar uma Convenção Coletiva de Trabalho com vigência de dois anos, mantendo inalteradas as cláusulas já existentes e preservando as principais conquistas, abriu a possibilidade da troca de propostas sobre a recomposição salarial.

Na rodada de negociação desta quarta-feira, 12/08, a representação patronal apresentou uma proposta de reajuste salarial dos trabalhadores.

Considerando que “massa salarial” e “base salarial” são dois conceitos financeiros envolvidos em uma negociação sindical, a proposta formulada nesta quarta pelas mantenedoras representa uma recomposição apenas parcial dessas duas grandezas. Insistem os mantenedores em não reconhecer parte da defasagem salarial vivenciada pelos trabalhadores em IES.

A proposta patronal está sendo analisada pelas federações e respectivos sindicatos. Importante reafirmar que as propostas apresentadas, ou as que vierem a ser formuladas por ambas as representações sindicais, deverão cobrir o período de dois anos – de março de 2020 até o final de fevereiro de 2022 – como já foi determinado para a duração das demais cláusulas da coletiva de trabalho, o que é um sensível avanço, nas negociações desta campanha salarial 2020.

Celso Napolitano, da Fepesp, que coordena a comissão de negociação dos sindicatos, afirma que será apresentada uma contraproposta ao lado patronal. “Ainda há espaço para negociar”, disse Napolitano ao final da rodada de negociação desta quarta. “As instituições de ensino superior estão promovendo um rearranjo de seus custos e mão de obra, que são os maiores em uma planilha de empresa de serviços, com demissões, redução de carga horária e ensalamento de alunos”, diz.

O lado patronal recusava-se a apresentar qualquer proposta de reajuste salarial alegando dificuldades econômicas apresentadas pelo enfrentamento da pandemia. Mas, ao mesmo tempo, é preciso reconhecer que os trabalhadores também estão sofrendo com a crise.

A contraproposta dos sindicatos deverá ser apresentada ao lado patronal em nova rodada de negociações na próxima semana, com o propósito de se chegar a um conjunto de proposta de renovação da convenção coletiva de professores e auxiliares que possa ser deliberada em uma assembleia da categoria até o final de agosto.

FAIXA SOM 02 03 2020

 

Os professores e professoras da Rede Metodista estão mobilizados desde as primeiras horas da manhã desta segunda-feira contra o desrespeito da Instituição com os trabalhadores.

A Metodista novamente não cumpre sua parte no acordo e não pagou o salário de novembro de todos os docentes e nem ao menos respondeu ao oficio do sindicato. A data limite era sexta-feira, dia 28.

Ainda nesta segunda-feira os professores e professoras vão decidir em assembleia os próximos passos da mobilização.

Assembleia na entrada da Rua Sacramento, às 18h -  São Bernardo do Campo

 

UNINOVE DEMISSAO SITEO Sindicato dos Professores de Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul- SinproABC, presta solidariedade aos professores e professoras da Uninove demitidos na manhã desta segunda-feira, dia 23, por meio da plataforma online.

O SinproABC reforça seu sentimento de indignação diante da falta de respeito aos educadores, surpreendidos com demissão em massa, em meio a pandemia do Corona Vírus.

As demissões ocorreram por meio de mensagem na plataforma da Instituição, sem aviso prévio, sem apresentação de motivos para cada caso, sem contato pessoal, apenas um comunicado informando o desligamento. Ao todos já são mais de 300 professores demitidos.

O SinproABC alerta para que os profissionais que lecionam na Univove na região do ABC comuniquem imediatamente ao Sindicato caso sejam surpreendidos com esse tipo de ação.

O ato da Uninove reforça o caráter mercantilista de como a instituição trata a Educação e os professores e professoras da instituição. O Objetivo de manter lucros altos ao custo da redução de trabalhadores e assim promover o corte na folha de pagamento é inaceitável.

O Nosso total apoio aos professores e professoras demitidos e ao Sindicato dos Professores de São Paulo.

O SinproSP protocolou no Tribunal Regional do Trabalho, na terça –feira, dia 23 de junho, dia seguinte as demissões, dissídio coletivo solicitando a anulação, em caráter liminar, das mais demissões. Os advogados do Sindicato pedem também a mediação do Tribunal para buscar uma solução em tempo hábil.

Apesar de ter sido facilitada pela reforma trabalhista de 2017, a demissão em massa, como a que a Uninove acabou de promover, tem enorme impacto social. O fato de ela ocorrer em meio à pandemia e de a Mantenedora não ter manifestado nenhuma intenção de negociar ou amenizar o problema, agrava ainda mais a situação.

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