ensino superior cct mais 30 dias

Via FEPESP


Chegou e passou a data base 1º de março de professores e auxiliares no Ensino Superior, mas os direitos na convenção coletiva, todos eles, continuam valendo.


Na rodada de negociações desta segunda-feira, 09/03, entre a comissão de sindicatos da Fepesp e o grupo patronal, ficou estabelecido que a convenção coletiva será prorrogada por mais trinta dias, enquanto segue a negociação.

Nesse período, e enquanto se negocia, as instituições de ensino superior privadas no Estado de São Paulo poderão adequar o regime de implementação dos seus planos de saúde, com ou sem a coparticipação de professores e auxiliares em custos de consultas e exames.

O detalhe: se houver a opção pelo regime de coparticipação nos custos, a instituição deve aplicar um reajuste adicional de 0,86% nos salários – para compensar a coparticipação nos planos de assistência médica. E, mesmo se a instituição aplicar esse plano durante este período de extensão da convenção, o reajuste adicional deve ser aplicado retroativamente a 1º de março de 2019, quando passou a vigora a atual convenção coletiva.

Por isso, todos os contratos de planos de saúde e assistência médica devem ser informados pelas instituições, para fiscalização, até o final de março deste ano. Fique atento: confira seu plano e seu salário – e, havendo qualquer dúvida, procure imediatamente o seu sindicato!

 Negociação em blocos – A comissão de negociação dos sindicatos da Fepesp rejeitou, na sessão desta terça, a confusa pretensão do lado patronal em negociar a nova convenção em um demorado processo de item por item. Os sindicatos exigem negociar blocos de questões que têm relação e coerência entre si.

Assim, na próxima rodada de negociação, queremos discutir o pacote de remuneração de professores, seus salário e benefícios, com o conjunto de itens que compõem a sua remuneração. Discutir de outra forma é aceitar um jogo em que se aplica um índice aqui, e o patronal tentar manobrar diminuindo horas-aula ali.

A visão de conjunto na negociação é importante e necessária para se enfrentar a precarização do ensino, a reestruturação selvagem de grades curriculares, a expansão sem rédeas do ensino a distância, e a cartelização de salários pelos grandes grupos de educação superior que enxergam a educação superior apenas como um negócio lucrativo.

Foi isso que aconteceu também na rodada de negociação anterior: o patronal começou a pegar um item cá outro lá, nossa comissão reuniu todos os itens que se referem à atuação sindical nas escolas, no mesmo bloco: homologação de rescisões no sindicato, relação nominal de cargos e salários para fiscalização de aplicação de reajustes e direitos, encaminhamento das mensalidades e contribuição de sócios ao sindicato. Eles não querem nada disso, tentam escamotear discutindo itens isolados – mas respondemos colocando na mesa os itens que tem ligação uns com os outros.

A próxima rodada de negociação está marcada para a segunda-feira, dia 19/03.

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Via FEPESP

Atenção aos avisos do SINPRO ABC: patronal do Superior vem querendo cortar direitos; nossa campanha é por melhores condições de trabalho, contra a precarização dos empregos

Em um ambiente formal, o patronal das instituições de ensino superior recebeu nesta segunda-feira, 03/02, as comissões de negociação de professores e auxiliares de administração escolar com as pautas de reivindicações desta Campanha Salarial 2020. Como decidido em assembleias, queremos impedir a terceirização de empregos e o trabalho temporário, regular o ensino a distância, defender o reajuste dos salários e manter os direitos já inscritos nas convenções coletivas de trabalho de professores e pessoal administrativo. 

Mas a formalidade foi só uma casca, que não veio acompanhada de respeito: pelo lado patronal, os representantes das IES também apresentaram suas pretensões, pela retirada pura e simples de uma série de direitos já consagrados em anos de negociações e luta. Restrições às bolsas de estudo, retirar a garantia semestral de salários, eliminar garantias aos profissionais em vias de aposentadoria, manutenção da data base de 1º de março são apenas alguns dos itens que o patronal quer ver riscados de nossa convenção.

Em primeiro lugar, nosso compromisso será o de garantir nossa data base, como já fizemos em negociações passadas, seja no convencimento ou seja na justiça.

E, mais importante, iremos defender nossa convenção acima de tudo – com nossa mobilização e empenho.

A intenção do patronal é a de desorganizar, enfraquecer os sindicatos, e desmantelar nossa união.

Nosso empenho é pelo aprimoramento de nossas condições de trabalho, contra a aplicação sem rédeas das maldades das reformas trabalhistas e da MP 905, que joga direitos por terra.

Cada professor, cada auxiliar, deve agora estar preparado para defender seus direitos, para proteger nossa convenção coletiva — e para isso sabemos que conta um sindicato forte, com a nossa união.

Converse com seus colegas. Fique atento aos avisos e informes do seu sindicato. É assim que defendemos nossos direitos, nossa dignidade, nossa unidade!

 

Comissões – participam da comissão de negociação representantes dos sindicatos integrantes da Fepesp, em conjunto com as demais federações de professores e auxiliares de administração escolar no Estado de São Paulo.

A próxima rodada de negociações já está agendada, e será realizada na próxima segunda-feira, dia 10, às 14 horas, em São Paulo.

FAIXA SOM 02 03 2020

 

Os professores e professoras da Rede Metodista estão mobilizados desde as primeiras horas da manhã desta segunda-feira contra o desrespeito da Instituição com os trabalhadores.

A Metodista novamente não cumpre sua parte no acordo e não pagou o salário de novembro de todos os docentes e nem ao menos respondeu ao oficio do sindicato. A data limite era sexta-feira, dia 28.

Ainda nesta segunda-feira os professores e professoras vão decidir em assembleia os próximos passos da mobilização.

Assembleia na entrada da Rua Sacramento, às 18h -  São Bernardo do Campo

 

assembleia29Mobilização une professores e auxiliares em defesa de salários e direitos na Metodista

A mobilização pela greve foi decidida nesta quarta-feira, 29/01, em assembleia com grande participação na Câmara Municipal de São Bernardo.

A assembleia foi realizada em conjunto pelo Sinpro ABC, que representa os professores na instituição, e pelo SAAE-ABC, representando os auxiliares de administração escolar.

Professores e auxiliares discutiram e rejeitaram, por unanimidade, o ‘planejamento’ apresentado pela direção da UMESP. Em resposta à instituição, a assembleia estabeleceu prazos para o pagamento de salários atrasados e exigiu outras garantias, como segue:

- salário de novembro/pagar até 31/01.
- salário integral de janeiro/pagar até 07/02.
- salário de dezembro, férias, 13°/pagar de março a junho (4x).
- Exigir da instituição a garantia de não atrasar mais nenhum salário.
- Pagar os vales atrasados (ali, ref e transp) dos funcionários até 07/02. AUXILIARES.
- O pagamento dos atrasados não quita os débitos: multa por atraso e dobra de férias.
- NOVA ASSEMBLEIA 07/02 às 19h - local a definir.

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