Participe da Carreata em Defesa da Vida: Sem Vacina, sem Retorno!

 em defesa da vida 30 09

 

O Sindicato está divulgando a Campanha: DEFENDA A VIDA | VOLTAR ÀS AULAS: SÓ COM VACINA | A VIDA DAS CRIANÇAS E EDUCADORES IMPORTAM | A VIDA DOS PROFESSORES E DEMAIS FUNCIONÁRIOS IMPORTAM

Participe da nossa Carreata! Sindserv Santo André, Apeoesp e o Sinpro-ABC estão unidos nessa luta!

Junte-se a nós!

30 de setembro (quarta-feira) às 12h30,
Concentração: Em frente à Diretoria de Ensino de Santo André (Rua das Figueiras, 1245) rumo ao Paço Municipal

Sindicato dos Professores do ABC
www.sinpro-abc.org.br

Os Sindicatos dos Professores que tem a Universidade Metodista na sua base, se unem, denunciam e se mobilizam contra o histórico de desrespeito da Rede Metodista

Ato metodista 8dias site

Mesmo com o cenário de pandemia, que impossibilitou as atividades presenciais e tornou mais que nunca os educadores imprescindíveis, a Rede Metodista insiste em não cumprir os acordos firmados entre a justiça do trabalho e os professores, e professoras.

Como se não bastassem todos os problemas gerados com o excesso de trabalho a distância a Instituição não cumpre a sua parte nos acordos e novamente é o alvo de reclamações.

Em toda a região do ABC são centenas de professores e professoras que reivindicam na justiça as verbas de 2019, 2020, depósitos do Fundo de Garantia Por Tempo de Serviço (FGTS) entre outros direitos que não estão sendo respeitados.

Novas e mais reclamações surgiram nas últimas semanas. Os educadores verificaram que pagamentos relativos aos parcelamentos e acordos nos últimos anos firmados estão sendo descumpridos. ( reivindicações abaixo )

A falta de transparência somada a falta de comunicação, a falta compromisso, o ensalamento e o desmantelamento, que, criam um clima de insegurança entre os professores e professoras tem sido infelizmente a marca da Instituição e motivo de questionamento.

Assim, como resposta aos desmandos da Instituição os professores estão unidos e pelo Brasil inteiro e definiram terça-feira, dia 22, como o Dia do Basta.
Será um dia reivindicação, paralisação e denúncia ao desrespeito com o Professor (a) .

Histórico

Em 2019 a instituição foi alvo de uma paralisação histórica que mobilizou os professores e professoras e contou com o apoio de estudantes e da sociedade de forma geral. O histórico de negociação da Instituição tem sido desastroso. A greve deflagrada ocorreu após a Universidade não realizar o pagamento dos salários.
Na ocasião, além dos salários, muitos professores e funcionários ainda aguardavam o pagamento de férias; e somados a isso haviam denúncias de que a Metodista não estaria realizando os depósitos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) desde 2015.

Os professores reivindicam

1. A regularização do pagamento para todos, conforme a CLT e a isonomia.
2. Pagamento de férias e décimo terceiro no prazo correto como acordado na convenção coletiva e CLT.
3. Depósito do FGTS não realizado desde 2015.
4. Regularização do passivo de 2019 e de 2020.
5. A integralidade dos salários já, que a instituição feche o ano pagando a dívida de 6 folhas de pagamento, considerando férias e décimo terceiro de 2020
6.Autonomia administrativa, financeira e pedagógica para cada instituição da Rede Metodista de Educação.
7. Transparência acerca da situação econômica da Umesp e de todas as instituições da Rede Metodista para a comunidade escolar, sobretudo professores, e funcionários.
8. Permanência dos benefícios.
9. Correto cumprimento das decisões judiciais.
10. Que a direção da Rede Metodista junto a reitoria da Umesp recebam os representantes do SinproABC para dialogarem sobre a pauta de reivindicação, principalmente os direitos trabalhistas referentes ao pagamento de férias e décimo terceiro.

Os Sindicatos dos Professores que tem a Universidade Metodista na sua base, se unem, denunciam e se mobilizam contra o histórico de desrespeito da Rede Metodista

 

Mesmo com o cenário de pandemia, que impossibilitou as atividades presenciais e tornou mais que nunca os educadores imprescindíveis, a Rede Metodista insiste em não cumprir os acordos firmados entre a justiça do trabalho e os professores, e professoras.

Como se não bastassem todos os problemas gerados com o excesso de trabalho a distância a Instituição não cumpre a sua parte nos acordos e novamente é o alvo de reclamações.

Em toda a região do ABC são centenas de professores e professoras que reivindicam na justiça as verbas de 2019, 2020, depósitos do Fundo de Garantia Por Tempo de Serviço (FGTS) entre outros direitos que não estão sendo respeitados.

Novas e mais reclamações surgiram nas últimas semanas. Os educadores verificaram que pagamentos relativos aos parcelamentos e acordos nos últimos anos firmados estão sendo descumpridos. ( reivindicações abaixo )

A falta de transparência somada a falta de comunicação, a falta compromisso, o ensalamento e o desmantelamento, que, criam um clima de insegurança entre os professores e professoras tem sido infelizmente a marca da Instituição e motivo de questionamento.

Assim, como resposta aos desmandos da Instituição os professores estão unidos e pelo Brasil inteiro e definiram terça-feira, dia 22, como o Dia do Basta.
Será um dia reivindicação, paralisação e denúncia ao desrespeito com o Professor (a) .

Histórico

Em 2019 a instituição foi alvo de uma paralisação histórica que mobilizou os professores e professoras e contou com o apoio de estudantes e da sociedade de forma geral. O histórico de negociação da Instituição tem sido desastroso. A greve deflagrada ocorreu após a Universidade não realizar o pagamento dos salários.
Na ocasião, além dos salários, muitos professores e funcionários ainda aguardavam o pagamento de férias; e somados a isso haviam denúncias de que a Metodista não estaria realizando os depósitos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) desde 2015.

Os professores reivindicam

1. A regularização do pagamento para todos, conforme a CLT e a isonomia.
2. Pagamento de férias e décimo terceiro no prazo correto como acordado na convenção coletiva e CLT.
3. Depósito do FGTS não realizado desde 2015.
4. Regularização do passivo de 2019 e de 2020.
5. A integralidade dos salários já, que a instituição feche o ano pagando a dívida de 6 folhas de pagamento, considerando férias e décimo terceiro de 2020
6.Autonomia administrativa, financeira e pedagógica para cada instituição da Rede Metodista de Educação.
7. Transparência acerca da situação econômica da Umesp e de todas as instituições da Rede Metodista para a comunidade escolar, sobretudo professores, e funcionários.
8. Permanência dos benefícios.
9. Correto cumprimento das decisões judiciais.
10. Que a direção da Rede Metodista junto a reitoria da Umesp recebam os representantes do SinproABC para dialogarem sobre a pauta de reivindicação, principalmente os direitos trabalhistas referentes ao pagamento de férias e décimo terceiro.

Inscrições para o 2º Concurso Felisa Poética vai até dia 31/08: acesse o link:
https://www.coopacesso.org/a1%C2%AA-felisa/a3%C2%AA-edicao-2020/felisa-poetica-2020/

O Sindicato dos Bancários do ABC, a Coopacesso Editora e o Sindicato dos Professores do ABC (Sinpro-ABC) abriram inscrições para o 2º Concurso Felisa Poética. A iniciativa pretende reunir poemas em coletânea que será lançada na Feira Literária de Santo André (Felisa) no próximo 28 de novembro.

Todos os inscritos terão sua poesia inserida na obra, e o vencedor do concurso, além da participação na coletânea, ganha uma publicação exclusiva, somente com sua produção literária. Mas, antes da inscrição é muito importante a leitura do regulamento, já que há condições específicas que, se não cumpridas, podem levar à desclassificação.

 

basta bozoApesar da nossa indignação e repúdio a fala do presidente, no ataque aos professores, por conseguinte, a toda a comunidade escolar, ele não nos surpreendeu. Ele já disse a que veio.

É com profunda indignação que o Sindicato dos Professores de Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul — SinproABC, recebeu os ataques do presidente Jair Bolsonaro aos professores e professoras de todo o país, desrespeitando a importante tarefa dos educadores para as, milhares de famílias e os seus filhos durante esse período de pandemia da Covid19. Período esse, que ficará marcado na história do quão importante é o educar.

Com a pandemia, os professores e professoras mais uma vez demonstraram o seu amor ao ofício, tendo em vista que, muitas vezes sem tecnologia adequada para trabalhar superaram os desafios de uma realidade singular e cumpriram a sua tarefa de educar. Ao presidente Bolsonaro também estará reservado seu papel na história, como inimigo da educação, da ciência e do ensino, contra a qual promove cortes orçamentários, sucateia estabelecimentos públicos do setor e incentiva a perseguição a professores.

Jair Bolsonaro em pronunciamento nas redes sociais desqualificou os profissionais do ensino, dizendo que “eles ficam em casa e não trabalham” e que pretendem “que a garotada não aprenda mais coisas, não volte a se instruir”. Agrediu, ainda, os sindicatos dos professores que exigem o cumprimento de procedimentos de segurança sanitária para que alunos e profissionais do ensino retornem às escolas.

Apesar da nossa indignação e repúdio a fala do presidente, no ataque aos professores, por conseguinte, a toda a comunidade escolar, não nos surpreendeu. Bolsonaro já disse a que veio e não soma com os brasileiros que trabalham e que se preocupam com o seu semelhante, tendo em vista, a sua falta de empatia com as milhares de mortes de brasileiros e aqueles que priorizam a vida e cumprem as regras sanitárias indicadas pela OMS.

Um presidente inimigo do povo que não se une aos brasileiros  solidários com as minorias e os mais humildes. Um presidente que não tem sido capaz de valorizar as nossas maiores riquezas, como tem demonstrado o seu desprezo às queimadas que consomem os nossos biomas.

Como entidade sindical, lamentamos, mas, mais que isso, manteremos a altivez diante dos ataques e a tentativa do governo de desmobilizar e nos dividir.

Por fim, o SinproABC  reafirma seu posicionamento contrário à precipitação na volta às aulas, como pretendem Bolsonaro e vários proprietários de escolas particulares, e defende que o retorno das atividades escolares seja realizado com critérios científicos e garantindo condições seguras e saudáveis de aprendizado e trabalho.

CARLOSiTAPARICA

É com muita tristeza que recebemos no dia de ontem, 12 de agosto de 2020, a notícia do falecimento do companheiro Carlos Alberto Mota Itaparica aos 58 anos de idade, vitimado por uma infecção respiratória sem relação com o corona vírus.
Itaparica, como todos os conheciam , dedicou sua vida a luta em defesa dos trabalhadores/as e das boas causas por justiça social e por um pais justo.

Dirigente do Sindiquimica Bahia, da Confederação Nacional do Químicos, militante do Partido dos Trabalhadores do qual foi dirigente, integrou também a Coordenadoria de Centrais Sindicais do Cone Sul, Itaparica foi um dos importantes construtores da CUT Bahia.

A Classe trabalhadora perde um guerreiro que dedicou sua vida à luta por direitos e dignidade para todos/as, fica o seu exemplo de combatividade e dedicação às causas da justiça Social e de uma sociedade sem explorados e sem exploradores.

Nossos profundos sentimentos aos filhos, netos e a todos os familiares e amigos.


ITAPARICA, PRESENTE!

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