Sindicato pressiona e instituição aplica o reajuste retroativo a março
Após receber a informação de que a Fundação Santo André estava com planos de conceder “reajuste zero” aos profissionais, o Sindicato dos Professores do ABC interveio e exigiu que as determinações da Convenção Coletiva fossem cumpridas. “Nosso Departamento Jurídico entrou com ação de cumprimento  pela aplicação do reajuste e seus reflexos, o que levou a FSA rever seu posicionamento e decidir pela concessão a partir de setembro”, explica Aloísio Alves da Silva, presidente do SINPRO ABC.
Sendo assim, no dia 14 de setembro, em comunicado aos funcionários, a FSA informou sobre a aplicação do reajuste salarial da forma prevista no Acordo Coletivo das categorias. Na mensagem, a instituição afirmou que, no dia 17 de setembro, as diferenças dos meses de março, abril, maio e junho foram depositadas com o salário de setembro, já reajustado.
O Sindicato comemora a conquista e orienta os docentes  a denunciar todas as tentativas de desrespeito aos direitos trabalhistas.
Sindicato pressiona e instituição aplica o reajuste retroativo a março

Após receber a informação de que a Fundação Santo André estava com planos de conceder “reajuste zero” aos profissionais, o Sindicato dos Professores do ABC interveio e exigiu que as determinações da Convenção Coletiva fossem cumpridas. “Nosso Departamento Jurídico entrou com ação de cumprimento pela aplicação do reajuste e seus reflexos, o que levou a FSA rever seu posicionamento e decidir pela concessão a partir de setembro”, explica Aloísio Alves da Silva, presidente do SINPRO ABC.

Sendo assim, no dia 14 de setembro, em comunicado aos funcionários, a FSA informou sobre a aplicação do reajuste salarial da forma prevista no Acordo Coletivo das categorias. Na mensagem, a instituição afirmou que, no dia 17 de setembro, as diferenças dos meses de março, abril, maio e junho foram depositadas com o salário de setembro, já reajustado.

O Sindicato comemora a conquista e orienta os docentes  a denunciar todas as tentativas de desrespeito aos direitos trabalhistas.

Em reunião, SINPRO ABC cobra explicações e consegue diminuir número de demitidos
O final do primeiro semestre de 2010 foi marcado por mais uma ação arbitrária da UniABC: Ao apagar das luzes, no início das férias de julho, o SINPRO  foi surpreendido com a notícia de demissão em massa dos professores da universidade.
A entidade alega questões estruturais para os desligamentos, mas, na realidade, o que ocorre é uma rotatividade de mão de obra, com intuito de diminuir gastos da empresa. Resultado: demissão coletiva e queda brusca na qualidade de ensino.
O Sindicato, por diversas vezes, solicitou foro conciliatório e reunião com a instituição, mas sem sucesso. No final de julho, em uma mesa redonda na DRT de Santo André, a UniABC informou que o número de demitidos era 87. O SINPRO ABC pressionou e conseguiu que o número diminuísse (inicialmente  seriam 130 demissões).
Os docentes desligados da empresa receberam orientação do Sindicato para que ingressem com reclamações trabalhistas individuais, inclusive pela reintegração.
O SINPRO ABC está, ainda, realizando levantamento dos demitidos para enviar ao MEC o número de mestres e doutores desligados.
O Sindicato está de olho na UniABC para verificar se os novos contratados estão enquadrados na cláusula 6 da Convenção Coletiva, que trata de salário do professor ingressante. Atenção, em caso de irregularidades, denuncie ao SINPRO ABC (4994-0700 ou escreva para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.).
Em reunião, SINPRO ABC cobra explicações e consegue diminuir número de demitidos

O final do primeiro semestre de 2010 foi marcado por mais uma ação arbitrária da UniABC: Ao apagar das luzes, no início das férias de julho, o SINPRO  foi surpreendido com a notícia de demissão em massa dos professores da universidade.

A entidade alega questões estruturais para os desligamentos, mas, na realidade, o que ocorre é uma rotatividade de mão de obra, com intuito de diminuir gastos da empresa. Resultado: demissão coletiva e queda brusca na qualidade de ensino.

O Sindicato, por diversas vezes, solicitou foro conciliatório e reunião com a instituição, mas sem sucesso. No final de julho, em uma mesa redonda na DRT de Santo André, a UniABC informou que o número de demitidos era 87. O SINPRO ABC pressionou e conseguiu que o número diminuísse (inicialmente  seriam 130 demissões).

Os docentes desligados da empresa receberam orientação do Sindicato para que ingressem com reclamações trabalhistas individuais, inclusive pela reintegração.

O SINPRO ABC está, ainda, realizando levantamento dos demitidos para enviar ao MEC o número de mestres e doutores desligados.

O Sindicato está de olho na UniABC para verificar se os novos contratados estão enquadrados na cláusula 6 da Convenção Coletiva, que trata de salário do professor ingressante. Atenção, em caso de irregularidades, denuncie ao SINPRO ABC (4994-0700 ou escreva para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.).

Imes e Metodista reintegram profissionais demitidos sem justa causa
SINPRO ABC comemora novas conquistas. Cinco professores do Ensino Superior, sendo quatro da Metodista e um do Imes (atual USCS), ganharam na justiça o direito de retorno às universidades, após serem demitidos sem justa causa. Os processos foram ingressados pelo Departamento Jurídico do Sindicato dos Professores do ABC.
As dispensas realizadas não seguiram as determinações da Convenção Coletiva e dos regimentos internos. Além da reintegração, as instituições foram condenadas ao pagamento dos salários desde a injusta dispensa até a reintegração, bem como dos reflexos em DSR, hora-atividade, FGTS, férias + um terço, 13º salário, entre outros.
Como forma de garantir a liberdade de pensamento no exercício do Magistério Superior é comum que os regimentos e estatutos de universidades/faculdades, entre outros, prevejam formas de se proteger a relação de emprego dos membros do corpo docente contra despedidas arbitrárias, tal proteção encontra- se respaldada no artigo 7º, I da Carta Magna, artigo 53 da LDB, e no Enunciado 77 do Tribunal Superior do Trabalho.
Todo docente do ensino superior quando demitido sem justa causa deve procurar o Departamento Jurídico do SINPRO ABC para verificar os seus direitos. Para receber orientações sobre dúvidas trabalhistas, entre em contato com o Sindicato. Ligue 4994-0700 e agende um horário com nossos advogados.
Imes e Metodista reintegram profissionais demitidos sem justa causa

O SINPRO ABC comemora novas conquistas. Cinco professores do Ensino Superior, sendo quatro da Metodista e um do Imes (atual USCS), ganharam na justiça o direito de retorno às universidades, após serem demitidos sem justa causa. Os processos foram ingressados pelo Departamento Jurídico do Sindicato dos Professores do ABC.

As dispensas realizadas não seguiram as determinações da Convenção Coletiva e dos regimentos internos. Além da reintegração, as instituições foram condenadas ao pagamento dos salários desde a injusta dispensa até a reintegração, bem como dos reflexos em DSR, hora-atividade, FGTS, férias + um terço, 13º salário, entre outros.

Como forma de garantir a liberdade de pensamento no exercício do Magistério Superior é comum que os regimentos e estatutos de universidades/faculdades, entre outros, prevejam formas de se proteger a relação de emprego dos membros do corpo docente contra despedidas arbitrárias, tal proteção encontra- se respaldada no artigo 7º, I da Carta Magna, artigo 53 da LDB, e no Enunciado 77 do Tribunal Superior do Trabalho.

Todo docente do ensino superior quando demitido sem justa causa deve procurar o Departamento Jurídico do SINPRO ABC para verificar os seus direitos. Para receber orientações sobre dúvidas trabalhistas, entre em contato com o Sindicato. Ligue 4994-0700 e agende um horário com nossos advogados.

SINPRO ABC orienta professores do Ensino Superior
Professores do Ensino Superior, com titulação de Doutor ou Mestre, e que foram desligados das empresas, fiquem atentos: Algumas instituições demitem profissionais titulados, mas mantêm os nomes na lista oficial para atingir o número mínimo exigido pelo MEC para credenciamento do curso.
Essa prática é ilegal e visa beneficiar exclusivamente as IES, uma vez que passam a contratar recém formados ou sem especialização, de forma barata.
Em caso de demissão, acompanhe junto ao MEC se o seu nome foi retirado da listagem da empresa.
Professores do Ensino Superior, com titulação de Doutor ou Mestre, e que foram desligados das empresas, fiquem atentos: Algumas instituições demitem profissionais titulados, mas mantêm os nomes na lista oficial para atingir o número mínimo exigido pelo MEC para credenciamento do curso.

Essa prática é ilegal e visa beneficiar exclusivamente as IES, uma vez que passam a contratar recém formados ou sem especialização, de forma barata.

Em caso de demissão, acompanhe junto ao MEC se o seu nome foi retirado da listagem da empresa.

Percentual do abono é de 5%, calculado sobre o salário de março de 2009
Atenção professores do Ensino Superior: Conforme determina a cláusula 4 da Convenção Coletiva, as mantenedoras estão obrigadas a pagar 5% a título de abono até dia 20 de agosto. O valor deve ser baseado no salário de março de 2009.
Salário
Fique atento ao seu holerite para conferir se o reajuste salarial de 5% (com base nos vencimentos de março de 2009) foi aplicado corretamente no mês de setembro. Lembramos que a campanha salarial deste ano aprovou 4% retroativo a março, 5% a partir de setembro de 2010 e 5,5% em janeiro de 2011.
Para conferir todos os seus direitos, acesse nosso site www.sinpro-abc.org.br, na seção Acordos Coletivos. Qualquer dúvida ou irregularidade no âmbito trabalhista, entre em contato conosco: telefone 4994-0700 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
Percentual do abono é de 5%, calculado sobre o salário de março de 2009

Atenção professores do Ensino Superior: Conforme determina a cláusula 4 da Convenção Coletiva, as mantenedoras estão obrigadas a pagar 5% a título de abono até dia 20 de agosto. O valor deve ser baseado no salário de março de 2009.

Salário
Fique atento ao seu holerite para conferir se o reajuste salarial de 5% (com base nos vencimentos de março de 2009) foi aplicado corretamente no mês de setembro. Lembramos que a campanha salarial deste ano aprovou 4% retroativo a março, 5% a partir de setembro de 2010 e 5,5% em janeiro de 2011.

Para conferir todos os seus direitos, acesse nosso site www.sinpro-abc.org.br, na seção Acordos Coletivos. Qualquer dúvida ou irregularidade no âmbito trabalhista, entre em contato conosco: telefone 4994-0700 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

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