Em reunião, Sindicato cobrou explicações sobre FGTS, atraso no pagamento de salários, entre outros
O Sindicato dos Professores do ABC esteve reunido com o grupo UniA/Anhanguera, na manhã do dia 2 de junho, para cobrar explicações sobre pontos como FGTS, EaD, quarta aula, plano de carreira e cartão refeição/alimentação.
FGTS: Durante algumas homologações, o Sindicato constatou pendências no Fundo de Garantia, como o não pagamento de 40% de multa sobre o tempo trabalhado. O SINPRO aguarda o envio das certidões com a quitação dos débitos.
Atraso no pagamento de salários em EaD: O Sindicato também espera o retorno da UniA/Anhanguera para o pagamento de multa sobre a diferença salarial, prevista em Convenção Coletiva, no caso dos professores de EaD (modelo UniA/Anhanguera) que receberam o valor abaixo do devido.
Plano de carreira: Questionado sobre o tema, o grupo UniA/Anhanguera informou que as novas contratações serão enquadradas no novo plano. O valor da hora aula inicial é de R$ 27,08 para graduado e, para pós-graduado, R$ 28,16.
Quarta aula: Com relação à quarta aula, o SINPRO cobrou o pagamento de DSR e hora atividade. O grupo concordou com o DSR, tem dúvidas sobre o crédito de 5% de hora atividade, prevista na CCT, e informou que o adicional noturno é pago sobre tal aula. O Sindicato questionou se o pagamento do DSR será retroativo, mas ainda aguarda o posicionamento da entidade.
Além disso, a UniA/Anhanguera paga apenas 50% da hora aula. O SINPRO defende que deve ser pago o valor de aula integral + hora atividade e DSR, pois o docente disponibiliza para a instituição tal horário, e se há a dispensa de parte da aula pela escola, esta deverá ser arcada unicamente pela mesma. Nesse ponto não houve consenso e a visão do Sindicato é de que caracteriza passivo trabalhista.
Cartão alimentação/refeição: O SINPRO ABC criticou o fato de que somente parte dos docentes recebe os benefícios. A UniA/Anhanguera informou que os professores do plano UniA gozam de tais benefícios e os contratados pela Anhanguera, no novo plano de carreira, não têm direito, pois a Anhanguera é nacional e a empresa diz não ter condições de conceder a todos os funcionários.
Em reunião, Sindicato cobrou explicações sobre FGTS, atraso no pagamento de salários, entre outros

O Sindicato dos Professores do ABC esteve reunido com o grupo UniA/Anhanguera, na manhã do dia 2 de junho, para cobrar explicações sobre pontos como FGTS, EaD, quarta aula, plano de carreira e cartão refeição/alimentação.

FGTS: Durante algumas homologações, o Sindicato constatou pendências no Fundo de Garantia, como o não pagamento de 40% de multa sobre o tempo trabalhado. O SINPRO aguarda o envio das certidões com a quitação dos débitos.

Atraso no pagamento de salários em EaD: O Sindicato também espera o retorno da UniA/Anhanguera para o pagamento de multa sobre a diferença salarial, prevista em Convenção Coletiva, no caso dos professores de EaD (modelo UniA/Anhanguera) que receberam o valor abaixo do devido.

Plano de carreira: Questionado sobre o tema, o grupo UniA/Anhanguera informou que as novas contratações serão enquadradas no novo plano. O valor da hora aula inicial é de R$ 27,08 para graduado e, para pós-graduado, R$ 28,16.

Quarta aula: Com relação à quarta aula, o SINPRO cobrou o pagamento de DSR e hora atividade. O grupo concordou com o DSR, tem dúvidas sobre o crédito de 5% de hora atividade, prevista na CCT, e informou que o adicional noturno é pago sobre tal aula. O Sindicato questionou se o pagamento do DSR será retroativo, mas ainda aguarda o posicionamento da entidade.

Além disso, a UniA/Anhanguera paga apenas 50% da hora aula. O SINPRO defende que deve ser pago o valor de aula integral + hora atividade e DSR, pois o docente disponibiliza para a instituição tal horário, e se há a dispensa de parte da aula pela escola, esta deverá ser arcada unicamente pela mesma. Nesse ponto não houve consenso e a visão do Sindicato é de que caracteriza passivo trabalhista.

Cartão alimentação/refeição: O SINPRO ABC criticou o fato de que somente parte dos docentes recebe os benefícios. A UniA/Anhanguera informou que os professores do plano UniA gozam de tais benefícios e os contratados pela Anhanguera, no novo plano de carreira, não têm direito, pois a Anhanguera é nacional e a empresa diz não ter condições de conceder a todos os funcionários.

Presidente do Sindicato discursou em defesa dos professores
O presidente do Sindicato dos Professores do ABC, Aloísio Alves da Silva, esteve presente na manifestação de docentes e estudantes da faculdade IESA, em Santo André, na noite do dia 3 de março.
A instituição foi comprada pelo grupo Uniesp, no ano passado, e, segundo relato dos alunos e profissionais, as condições de trabalho e estudo decaíram nos últimos meses.
Em discurso, o presidente do SINPRO ABC enfatizou que os professores não estão sendo remunerados corretamente e afirmou que o Sindicato está de olho na faculdade.
O SINPRO se reuniu com representantes do IESA para tratar das reclamações trabalhistas, como, por exemplo, atraso no pagamento dos salários, depósitos do FGTS, atrasos nas homologações dos demitidos.
Professor do IESA, em caso de desrespeito, denuncie: Ligue 4994-0700 ou escreva para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
Presidente do Sindicato discursou em defesa dos professores

O presidente do Sindicato dos Professores do ABC, Aloísio Alves da Silva, esteve presente na manifestação de docentes e estudantes da faculdade IESA, em Santo André, na noite do dia 3 de março.

A instituição foi comprada pelo grupo Uniesp, no ano passado, e, segundo relato dos alunos e profissionais, as condições de trabalho e estudo decaíram nos últimos meses.

Em discurso, o presidente do SINPRO ABC enfatizou que os professores não estão sendo remunerados corretamente e afirmou que o Sindicato está de olho na faculdade.

O SINPRO se reuniu com representantes do IESA para tratar das reclamações trabalhistas, como, por exemplo, atraso no pagamento dos salários, depósitos do FGTS, atrasos nas homologações dos demitidos.

Professor do IESA, em caso de desrespeito, denuncie: Ligue 4994-0700 ou escreva para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

SINPRO solicitou mesa redonda com a instituição para cobrar explicações sobre atrasos nos pagamentos dos docentes
O SINPRO ABC recebeu denúncias de atrasos nos pagamentos dos professores da Fundação Santo André, nos meses de janeiro e fevereiro. Imediatamente o Sindicato solicitou mesa redonda, que foi realizada no dia 18 de março.
Na reunião, a instituição alegou estar em dificuldades econômicas, por conta dos problemas enfrentados na gestão anterior, mas afirmou que, mesmo com atraso, os salários foram pagos (parte do pagamento foi realizada no prazo legal e o restante foi quitado em cinco dias subsequentes).
O Sindicato reivindica a multa por atraso, prevista na Convenção Coletiva, e haverá nova reunião para apresentação dos cálculos por parte da Fundação.
As novidades referentes a esse tema serão publicadas em nossos informativos.
Denuncie
Professor, no caso de desrespeito aos seus direitos, denuncie ao SINPRO ABC. Ligue 4994-0700, escreva para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou mande mensagem pelo twitter.com/sinproabc.
SINPRO solicitou mesa redonda com a instituição para cobrar explicações sobre atrasos nos pagamentos dos docentes

O SINPRO ABC recebeu denúncias de atrasos nos pagamentos dos professores da Fundação Santo André, nos meses de janeiro e fevereiro. Imediatamente o Sindicato solicitou mesa redonda, que foi realizada no dia 18 de março.

Na reunião, a instituição alegou estar em dificuldades econômicas, por conta dos problemas enfrentados na gestão anterior, mas afirmou que, mesmo com atraso, os salários foram pagos (parte do pagamento foi realizada no prazo legal e o restante foi quitado em cinco dias subsequentes).

O Sindicato reivindica a multa por atraso, prevista na Convenção Coletiva, e haverá nova reunião para apresentação dos cálculos por parte da Fundação.

As novidades referentes a esse tema serão publicadas em nossos informativos.

Denuncie
Professor, no caso de desrespeito aos seus direitos, denuncie ao SINPRO ABC. Ligue 4994-0700, escreva para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou mande mensagem pelo twitter.com/sinproabc.

Semesp insiste em oferecer reajuste pífio de 4% aos professores, mas, enquanto isso, Anhanguera divulga na imprensa ter mais de R$ 265 milhões em caixa e a Uniban é punida por divulgar dados "irreais"
Em 2009, algumas instituições de ensino superior alegaram dificuldade financeira para não conceder aumento salarial para os professores. Ao que tudo indica, a cena pretende se repetir esse ano. Enquanto os demais segmentos encerram a campanha salarial 2010 com ganhos, o sindicato patronal do nível superior, Semesp, insiste no reajuste de somente 4%. Em assembleia, realizada no dia 24 de abril, no Sindicato, os professores recusaram, novamente, a “proposta”. “É inaceitável. Esse valor não repõe, sequer, a inflação do período”, destaca o presidente do SINPRO, professor Aloísio Alves da Silva.
Contradição na Anhanguera
No ano passado, o argumento de incapacidade financeira norteou as “desculpas” de algumas instituições de ensino. Neste ano, a Anhanguera já tornou público que não passa por nenhuma crise.
No dia 23 de março, o jornal Valor Econômico divulgou: “Para fazer frente às próximas aquisições e investimentos, a companhia tem R$ 265,3 milhões em caixa, além de uma linha de financiamento de R$ 100 milhões do Banco Mundial”.
Contraditório é o fato de uma empresa anunciar tanto investimento e demitir mais de 90 profissionais em um ano. Sem contar os números de processos trabalhistas ingressados por professores que tiveram direitos desrespeitados pelo grupo.
De acordo com o jornal Valor Econômico, “a Anhanguera registrou lucro líquido de R$ 2,9 milhões no quarto trimestre de 2009. A receita líquida cresceu 9,6%, para R$ 210,3 milhões”.
Na Uniban
A Folha de São Paulo noticiou, em 10 de abril, que a Uniban está proibida de se expandir por conta de problemas com o MEC.
Segundo a denúncia, a Uniban informou ter, ao menos, 33% de docentes em dedicação integral, entretanto, esses dados não condiziam com a realidade.
Acompanhe mais sobre esse tema na Revista O Professor Online.Acesse www.revistaoprofessor.com.br.

Semesp insiste em oferecer reajuste pífio de 4% aos professores, mas, enquanto isso, Anhanguera divulga na imprensa ter mais de R$ 265 milhões em caixa e a Uniban é punida por divulgar dados "irreais"

Em 2009, algumas instituições de ensino superior alegaram dificuldade financeira para não conceder aumento salarial para os professores. Ao que tudo indica, a cena pretende se repetir esse ano. Enquanto os demais segmentos encerram a campanha salarial 2010 com ganhos, o sindicato patronal do nível superior, Semesp, insiste no reajuste de somente 4%. Em assembleia, realizada no dia 24 de abril, no Sindicato, os professores recusaram, novamente, a “proposta”. “É inaceitável. Esse valor não repõe, sequer, a inflação do período”, destaca o presidente do SINPRO, professor Aloísio Alves da Silva.

Contradição na Anhanguera
No ano passado, o argumento de incapacidade financeira norteou as “desculpas” de algumas instituições de ensino. Neste ano, a Anhanguera já tornou público que não passa por nenhuma crise.

No dia 23 de março, o jornal Valor Econômico divulgou: “Para fazer frente às próximas aquisições e investimentos, a companhia tem R$ 265,3 milhões em caixa, além de uma linha de financiamento de R$ 100 milhões do Banco Mundial”.

Contraditório é o fato de uma empresa anunciar tanto investimento e demitir mais de 90 profissionais em um ano. Sem contar os números de processos trabalhistas ingressados por professores que tiveram direitos desrespeitados pelo grupo.

De acordo com o jornal Valor Econômico, “a Anhanguera registrou lucro líquido de R$ 2,9 milhões no quarto trimestre de 2009. A receita líquida cresceu 9,6%, para R$ 210,3 milhões”.

Na Uniban
A Folha de São Paulo noticiou, em 10 de abril, que a Uniban está proibida de se expandir por conta de problemas com o MEC.

Segundo a denúncia, a Uniban informou ter, ao menos, 33% de docentes em dedicação integral, entretanto, esses dados não condiziam com a realidade.

MEC determina que Uniban e UniABC diminuam o número de vagas em cursos na área de Saúde
Duas universidades do ABC, Uniban e UniABC, tiveram o desempenho classificado pelo Ministério da Educação como abaixo do satisfatório. Por conta disso, a Universidade do Grande ABC, de Santo André, deverá reduzir o número de vagas nos cursos de enfermagem, farmácia, fisioterapia e nutrição, enquanto a Uniban, em São Bernardo, deve realizar o corte no curso de enfermagem.
A decisão foi publicada no Diário Oficial do dia 4 de setembro.
ProUni
De acordo com a matéria publicada na Folha de São Paulo, de 19 de setembro, cerca de 55 instituições de ensino superior poderão ter cursos cortados do Programa Universidade para Todos, ProUni. Na região, o Centro Universitário de Santo André e a UniABC obtiveram conceito 2 no Índice Geral de Cursos e integram o grupo em risco.
Segundo a Folha, “o resultado é o primeiro  dos dois ciclos de avaliação a que as instituições são submetidas antes do fechamento de cursos, que ocorre caso tenham desempenho ruim em ambos”.
Sucateamento
O SINPRO ABC reforça a opinião de que esse cenário é fruto do sucateamento do ensino promovido pelas mantenedoras das universidades. Enquanto o lucro estiver à frente dos objetivos educacionais, tanto a qualidade de ensino quanto as condições de trabalho dos professores estarão comprometidos. O Sindicato dos Professores do ABC está em negociação constante para defender os docentes e acabar com essa situação, uma vez que demissões podem ocorrer com a supressão dos cursos.
MEC determina que Uniban e UniABC diminuam o número de vagas em cursos na área de Saúde

Duas universidades do ABC, Uniban e UniABC, tiveram o desempenho classificado pelo Ministério da Educação como abaixo do satisfatório. Por conta disso, a Universidade do Grande ABC, de Santo André, deverá reduzir o número de vagas nos cursos de enfermagem, farmácia, fisioterapia e nutrição, enquanto a Uniban, em São Bernardo, deve realizar o corte no curso de enfermagem.

A decisão foi publicada no Diário Oficial do dia 4 de setembro.

ProUni
De acordo com a matéria publicada na Folha de São Paulo, de 19 de setembro, cerca de 55 instituições de ensino superior poderão ter cursos cortados do Programa Universidade para Todos, ProUni. Na região, o Centro Universitário de Santo André e a UniABC obtiveram conceito 2 no Índice Geral de Cursos e integram o grupo em risco.

Segundo a Folha, “o resultado é o primeiro  dos dois ciclos de avaliação a que as instituições são submetidas antes do fechamento de cursos, que ocorre caso tenham desempenho ruim em ambos”.

Sucateamento
O SINPRO ABC reforça a opinião de que esse cenário é fruto do sucateamento do ensino promovido pelas mantenedoras das universidades. Enquanto o lucro estiver à frente dos objetivos educacionais, tanto a qualidade de ensino quanto as condições de trabalho dos professores estarão comprometidos. O Sindicato dos Professores do ABC está em negociação constante para defender os docentes e acabar com essa situação, uma vez que demissões podem ocorrer com a supressão dos cursos.

Mais Lidas