Aos(às) professores(as) e administrativos(as), empregados(as) e ex-empregados(as), credores(as) das instituições metodistas de educação,

05102022 metodistaNo penoso processo de recuperação judicial das instituições metodistas de educação, que se arrasta desde o dia 29 de abril de 2021, mais uma vez prevaleceu a multimilenar lição de Esopo, inserta na atemporal fábula “O feixe de varas”, segundo a qual a união faz a força.

A efetiva união da Contee, do Sinpro Minas, Sinpro Campinas e Região, Sinpro ABC, Sinpro Juiz e de Fora, Sinpro Rio e, também, do SAAE Minas e da Fesaaemg, consolidada pela sólida e inabalável unidade de pensamento e de ação, em diuturnas ações, administrativas, políticas e judiciais, com o firme e destemido apoio dos/as credores/as trabalhistas, que com eles se reuniram unitariamente, em nada menos que 12 oportunidades, denominadas tribunas livres, fizeram a essencial diferença, criando condições concretas para que não afastassem um milímetro sequer na sua inarredável determinação de não admitir que do plano de recuperação judicial (PRJ) sobreviesse qualquer prejuízo, presente ou futuro, para além dos que lhes foram impostos anteriormente.

A resistência e a persistência das entidades sindicais e dos/as trabalhadores/as, significativamente fortalecida pela voluntária adesão dos/as advogados/as que patrocinam ações trabalhistas individuais de centenas de credores/as, fazendo robusto coro de não ceder nenhum direito, foram decisivas para que as tratativas negociais – conduzidas pelo Consultor Jurídico da Contee, José Geraldo de Santana Oliveira, e o advogado especialista em recuperação judicial, Rodrigo Valente, contratado pelo coletivo de entidades para atuar no realçado processo de recuperação –, fossem exitosas, culminando com o protocolo, ao dia 4 de outubro corrente, da quinta versão do PRJ, da qual foram extirpadas todas as condições danosas aos sagrados e indiscutíveis direitos dos/as trabalhadores/as, contidas nas versões anteriores.

Com essa nova versão do PRJ, não haverá nenhum deságio (desconto), ou seja, os créditos trabalhistas serão pagos integralmente, prioritariamente no prazo de 12 meses, podendo estender-se ao prazo máximo de 36 meses, contados de sua homologação, devidamente atualizados pelo IPCA/IBGE, a partir dela; a Associação das Igrejas Metodistas (AMI) responsabiliza-se pela satisfação (pagamento) de todos os créditos, sem nenhum deságio e/ou perda de seu valor real, com as atualizações devidas, sendo de forma subsidiária, no período de 36 meses, e direta (solidária), a partir do fim desse prazo, especialmente se houver enceramento da recuperação judicial nesse ínterim.

Agora que essa versão foi formal e solenemente levada ao processo judicial, não podendo dele ser retirada e/ou reduzida, as entidades sindicais, com o devido aval de todos/as quantos/as participaram da 12ª tribuna livre e da reunião com os/as advogados/as, ambas realizadas remotamente ao dia 4 de outubro corrente, no dever de bem representá-los/as, entendem que podem dizer “sim” à sua aprovação, seja na assembleia geral de credores/as, designada para o dia 7 de outubro em curso, sexta-feira, ou, na seguinte, caso essa seja suspensa, mais uma vez, para que as recuperandas possam renegociar pontos específicos do plano com outra(s) classe(s) de credor(es), se for o caso, com o que nada têm a objetar.

Como o processo democrático é o único efetivamente capaz de construir a paz, o bem-estar, o respeito à pluralidade de ideias e à diversidade, a justiça social, faz-se necessário, aqui, para além de reiterar a relevância e a decisiva importância da unidade sindical, entre si e com os/as trabalhadores/as e advogados/as que abraçaram essa causa, registrar o respeito, a serenidade, a probidade e a boa-fé do negociador do grupo metodista, Marcos Halland, patentes em todas as dezenas de tratativas negociais com os representantes sindicais.

Como última palavra, neste momento, é preciso dizer que foi cumprida apenas a primeira das muitas renhidas batalhas que se prenunciam até a real e final concretização das condições contidas no PRJ; após sua aprovação e homologação, se se concretizar, o que se espera, outras batalhas virão, exigindo das entidades sindicais, dos credores/as e dos/as advogados/as que representam os/as que não estão agasalhados/as por elas, vigilância, zelo e iguais ousadia, determinação e firmeza.

As entidades sindicais reafirmam o seu compromisso com os/as trabalhadores/as e com os seus direitos, estando sempre à disposição para atendê-los fiel e prontamente.

Contee
Sinpro ABC
Sinpro Campinas e Região
Sinpro MG
Sinpro JF
Sinpro Rio
Fesaaemg

20092022 lulaA diretoria do SINPRO ABC torna público o manifesto em defesa da classe trabalhadora e do Brasil, tendo em vista a aproximação da eleição que definirá o futuro do País e da Nação.

Consenso para ampla maioria, chegamos aos meses finais de 2022 com a sensação de retrocesso estampada em nosso dia a dia. Enfrentamos a pandemia de uma forma ainda mais assustadora, pois ocupava a Presidência da República um cidadão hostil, desumano e despreparado para lidar com a gravidade do momento.

Vimos o presidente debochar da doença que vitimou mais de 685 mil pessoas no Brasil, simular a agonia pela falta de ar dos pacientes, desprezar a dor das famílias e desacreditar da ciência. Vimos o País ser dividido entre o medo e o ódio.

Por mais que a vacinação tenha restabelecido a esperança, continuamos a enfrentar os efeitos danosos e severos da pandemia, além das ações cruéis e ardilosas de um governo federal que não gosta do povo. O descaso nos jogou novamente no mapa da fome e alcançamos níveis de miséria dos quais tínhamos desacostumado.

Julgávamos que as estruturas republicanas democráticas já estavam consolidadas, porém esse governo nefasto coloca o Brasil numa roda viva e questiona urnas eletrônicas, o voto, o nosso sistema eleitoral, poderes instituídos como o STF (Supremo Tribunal Federal) e a Justiça Eleitoral. Voltamos a flertar com a palavra “golpe” e outras ameaças, mas a sociedade civil não compactuará com nenhum retrocesso democrático.

Não bastando tudo isso, vemos o pior governo da história erguer a bandeira da moralidade e da anticorrupção em uma narrativa que não se sustenta: não basta ser o pior, também é o mais corrupto. Os casos de corrupção em que presidente, filhos e esposa estão envolvidos são apenas a ponta do iceberg quando nos deparamos com os bilhões liberados no tal do “orçamento secreto” para comprar apoio no Congresso e evitar seu processo de impedimento.

Diante desse cenário catastrófico, o SINPRO ABC compreende a situação mais geral das lutas políticas e sociais e busca os melhores caminhos para a defesa das conquistas que estão ameaçadas na atualidade. Para nós, a alternativa é estudar a realidade, fazer uma boa análise de todas as forças existentes, construir lutas, organizar mobilizações por direitos, por salários, por melhores condições de trabalho, em defesa da democracia e dos direitos humanos e estimular/fortalecer a unidade entre os sindicatos, movimentos populares e forças progressistas do Brasil.

O SINPRO ABC entende que o papel de toda sociedade é derrotar as forças terríveis que espoliam o povo brasileiro e, para isso, é necessário compreender que o apoio à eleição do ex-presidente Luiz Inácio LULA da Silva, bem como a eleição de deputados e senadores progressistas, como única força capaz de derrotar as aventuras fascistóides e antidemocráticas, além de unir o país em um projeto desenvolvimentista sustentável que busca a defesa, manutenção e restabelecimento de direitos da classe trabalhadora, pleno emprego, combate à fome e miséria, defesa do meio ambiente, soberania nacional e retomada do protagonismo perante o mundo.

A luta para eleger LULA não se trata de programa político partidário, mas, sim, da defesa do País, das minorias, dos povos originários, dos irmãos e irmãs em situação de rua, dos 33 milhões de brasileiros que sofrem de insegurança alimentar, dos professores e professoras que veem a educação abandonada e da democracia. Só há um meio de derrotar essa constante ameaça de retrocesso: eleger Lula no primeiro turno!

Contee reafirma a posição de indicar voto em Lula no 1° turno. É nossa sobrevivência que está em jogo, como cidadãos, como povo, como País

28092022 conteeO adjetivo útil, segundo o dicionário, pode assumir dois sentidos entre seus principais: aquilo que tem ou pode ter algum uso, que serve para alguma coisa; e que traz vantagens, que é proveitoso e/ou vantajoso. Por sua vez, o adjetivo urgente tem três definições: aquilo precisa ser atendido ou feito com prontidão e que não pode ser adiado; aquilo que não se pode dispensar ou prescindir, que é indispensável; aquilo que demonstra necessidade imediata, que tem pressa.

O adjetivo necessário indica que é absolutamente preciso; essencial; indispensável. E mais: que se não pode evitar; imprescindível; inevitável; forçoso.

Por meio destes três elementos linguísticos, a Contee convoca sindicatos e federações, bem como os dirigentes sindicais a darem tudo de si nesta reta final de campanha para eleger Lula Presidente e um Congresso mais avançado para ajudá-lo a fazer as mudanças necessárias e urgentes, que requerem o povo e o País.

A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a presidente da República, dia 2 de outubro, em 1° turno, contempla todos esses sentidos. Sim, o voto em Lula é voto útil, visto que, dadas pesquisas eleitorais — como o levantamento da Datafolha divulgado nesta quinta-feira (22) —, somente ele tem a serventia de derrotar Jair Bolsonaro (PL) e tirar o nefasto governo bolsonarista do poder. A esta altura, votar em Ciro Gomes (PDT), Simone Tebet (MDB) ou qualquer outro candidato, por mais que tenham propostas que contemplem parcelas dos eleitores, não tem utilidade, pois não traz nenhuma vantagem ou proveito, que nesse momento histórico é enviar Bolsonaro ao lixo da história, como ele merece.

Mais do que útil, porém, o voto em Lula é voto URGENTE. Porque é imprescindível para que não se adie a decisão para o 2° turno. Porque é extremamente necessário que Bolsonaro seja derrotado de imediato. Porque encerrar essa disputa e, com ela, um dos mais atrozes governos da história do País — comparável à ditadura civil-militar que ele venera —, é algo para que o povo brasileiro tem pressa.

É necessário, para evitar que haja alguma chance de que o fascismo, representado por Bolsonaro, ganhe mais força e expressão na sociedade brasileira.

Temos pressa em tirar o Brasil, outra vez, do mapa da fome, no qual Bolsonaro jogou 33 milhões de brasileiros. Pressa em reverter o desmonte da educação pública, da ciência e da tecnologia. Pressa em garantir que estudantes tenham direito a merenda digna. Pressa em fazer do MEC novamente o Ministério da Educação, e não balcão de negócios, seja de pastores lobistas ou de interesses privatistas. Pressa em salvar o SUS (Sistema Único de Saúde) e seus usuários, afetados por cortes que atingem desde a Farmácia Popular até o tratamento para doenças crônicas.

Pressa em assegurar acesso a moradia e diminuir o déficit habitacional que só se aprofundou nos últimos 4 anos. Pressa em combater o desemprego, a informalidade, o desmanche dos direitos trabalhistas, a defasagem dos salários e a queda brutal do poder de compra dos trabalhadores.

Por tudo isto, a Contee reafirma a posição de indicar voto em Lula no 1° turno. Para quem ainda tem dúvidas: é útil, urgente, vital e necessário. Porque é nossa sobrevivência que está em jogo, como cidadãos, como povo, como País.

 

Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino — Contee

16092022 audienciaO Tribunal Regional do Trabalho dará continuidade, nesta sexta-feira, 16/09, à audiência de conciliação do dissídio de greve do Ensino Superior. Sessão remota indicará se há possibilidade de acordo ou se o dissídio irá a julgamento.

Diante de um patronal que se recusa a negociar seriamente, a Fepesp e os seus sindicatos integrantes entraram com pedido de dissídio junto ao Tribunal Regional do Trabalho após deliberar por greve da categoria em assembleias de 17/08.

No dia 26, em primeira audiência, o juiz Gabriel Lopes Coutinho Filho elaborou uma proposta conciliatória, indicando reposição da inflação nos salários, respeito à data base de 1º de março e retomada das negociações sobre as demais cláusulas. Desde então, aconteceram duas tentativas de negociação, a última em 12 de setembro, sem qualquer avanço, por intransigência e falta de proposta séria do sindicato patronal.
 
Fonte: Fepesp

27092022 tribunaA 12ª edição da Tribuna Livre para Trabalhadores (ativos e desligados) da Educação Metodista será realizada no dia 4 de outubro, das 17h às 19h, por meio da plataforma Zoom.
Para participar, professores do ABC deverão solicitar o link de acesso pelo whatsapp do SINPRO ABC (11) 4994-0700. Quem trabalha em outras cidades deverá buscar o sindicato da sua base.
Nossa luta é justa e necessária para recompor nossos direitos e dignidade! Mais do que nunca, unidade é fundamental para resistir.
Organização: Contee, Sinpro ABC, Sinpro Campinas e Região, Sinpro Juiz de Fora, Sinpro Minas, Sinpro Rio e FESAAEMG

WhatsApp Image 2022 09 15 at 14.27.41Foi prorrogado o prazo para inscrições para a 5ª edição do Concurso Felisa Poética, a Feira Literária de Santo André, organizada pelo Sindicato dos Professores do ABC (SINPRO ABC), Sindicato dos Bancários do ABC e pela Editora Coopacesso. Para submeter os trabalhos, é preciso acessar o site https://bit.ly/felisa2022, onde também está disponível o regulamento completo do concurso até o dia 18 de setembro.
 
A Felisa Poética tem por objetivo fomentar e difundir a poesia; desenvolver, revelar e divulgar novos valores literários; estimular a criatividade; incentivar a leitura e a escrita; estimular o movimento poético regional; realizar publicação impressa em livro de uma coletânea poética regional.
 
A participação é aberta, podendo concorrer qualquer pessoa, de qualquer idade, sem discriminação de gênero, sexualidade, raça/etnia, cor, religião etc; a participação é individual, ou seja, não é permitido mais de um autor ou autora para o mesmo poema.
 
Vamos, juntos, fomentar a literatura e a cultura! Contamos com a participação de todos!

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