MANIFESTO ELEITORALO nosso país mergulhou em uma profunda crise política, econômica e social, agravada pela pandemia da COVID-19 e pelo governo Bolsonaro que, além de ameaçar a democracia, já se mostrou incapaz de garantir empregos, renda, saúde da população e salvar vidas. E os impactos dessa crise são sentidos diretamente na macro região do ABCDMRR, onde as pessoas vivem e estabelecem suas relações sociais e com o território.

A região do ABC conhecida pelo desenvolvimento industrial vem sofrendo um perverso desmonte de postos de trabalho pelo projeto de desindustrialização, que hoje representa menos de 10% do PIB, chegando ao menor número desde 1910. Esse processo desmonta toda uma cadeia produtiva de redes de serviços, principalmente da Educação privada, posto que os filhos desses trabalhadores das indústrias da região estão perdendo suas vagas nas escolas, pois seus pais vêm perdendo emprego e renda com a precarização das relações trabalhistas.

Para o enfrentamento desse cenário de crise, o sindicato dos professores e professoras de Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul – SINPRO-ABC – vem por meio desse manifesto contribuir com o processo eleitoral de 2020 e expressar a posição de sua diretoria plena e dialogar com a sua base defendendo as candidaturas executivas e legislativas municipais que se comprometem com “a defesa da democracia, a justiça social, a realização de direitos, a pluralidade de ideias e a participação cidadã.

O SINPRO-ABC defende os seguintes pontos:

- Políticas públicas para a criação e defesa de EMPREGO E RENDA: combatendo os absurdos da Reforma Trabalhista de 2017 e a ampliação dos direitos trabalhistas previstos na CLT e nas Convenções Coletivas de Trabalho.
- Educação pública, laica e de qualidade para todos.
- Garantia de acesso e permanência aos estudantes em todos os níveis de ensino.
- Gestão democrática da Educação.
- Garantia do financiamento estudantil.
- Valorização dos profissionais da educação.
- Compromisso em vetar qualquer proposta que venha travestida de cerceamento objetivando impedir ou limitar a liberdade de cátedra para os professores e professoras.

Por fim, o SINPRO-ABC apoia todas as candidaturas do campo progressista e que se comprometam com o que defendemos.

Viva a luta dos trabalhadores e trabalhadoras
Fora Bolsonaro
Até a vitória.

Os Sindicatos dos Professores que tem a Universidade Metodista na sua base, se unem, denunciam e se mobilizam contra o histórico de desrespeito da Rede Metodista

 

Mesmo com o cenário de pandemia, que impossibilitou as atividades presenciais e tornou mais que nunca os educadores imprescindíveis, a Rede Metodista insiste em não cumprir os acordos firmados entre a justiça do trabalho e os professores, e professoras.

Como se não bastassem todos os problemas gerados com o excesso de trabalho a distância a Instituição não cumpre a sua parte nos acordos e novamente é o alvo de reclamações.

Em toda a região do ABC são centenas de professores e professoras que reivindicam na justiça as verbas de 2019, 2020, depósitos do Fundo de Garantia Por Tempo de Serviço (FGTS) entre outros direitos que não estão sendo respeitados.

Novas e mais reclamações surgiram nas últimas semanas. Os educadores verificaram que pagamentos relativos aos parcelamentos e acordos nos últimos anos firmados estão sendo descumpridos. ( reivindicações abaixo )

A falta de transparência somada a falta de comunicação, a falta compromisso, o ensalamento e o desmantelamento, que, criam um clima de insegurança entre os professores e professoras tem sido infelizmente a marca da Instituição e motivo de questionamento.

Assim, como resposta aos desmandos da Instituição os professores estão unidos e pelo Brasil inteiro e definiram terça-feira, dia 22, como o Dia do Basta.
Será um dia reivindicação, paralisação e denúncia ao desrespeito com o Professor (a) .

Histórico

Em 2019 a instituição foi alvo de uma paralisação histórica que mobilizou os professores e professoras e contou com o apoio de estudantes e da sociedade de forma geral. O histórico de negociação da Instituição tem sido desastroso. A greve deflagrada ocorreu após a Universidade não realizar o pagamento dos salários.
Na ocasião, além dos salários, muitos professores e funcionários ainda aguardavam o pagamento de férias; e somados a isso haviam denúncias de que a Metodista não estaria realizando os depósitos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) desde 2015.

Os professores reivindicam

1. A regularização do pagamento para todos, conforme a CLT e a isonomia.
2. Pagamento de férias e décimo terceiro no prazo correto como acordado na convenção coletiva e CLT.
3. Depósito do FGTS não realizado desde 2015.
4. Regularização do passivo de 2019 e de 2020.
5. A integralidade dos salários já, que a instituição feche o ano pagando a dívida de 6 folhas de pagamento, considerando férias e décimo terceiro de 2020
6.Autonomia administrativa, financeira e pedagógica para cada instituição da Rede Metodista de Educação.
7. Transparência acerca da situação econômica da Umesp e de todas as instituições da Rede Metodista para a comunidade escolar, sobretudo professores, e funcionários.
8. Permanência dos benefícios.
9. Correto cumprimento das decisões judiciais.
10. Que a direção da Rede Metodista junto a reitoria da Umesp recebam os representantes do SinproABC para dialogarem sobre a pauta de reivindicação, principalmente os direitos trabalhistas referentes ao pagamento de férias e décimo terceiro.

NOTA2O Sindicato dos Professores de Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul – SINPRO ABC, registra sua indignação quanto à fala desrespeitosa proferida pelo Ministro da Educação, Milton Ribeiro, durante a entrevista concedida ao Jornal Estado de São Paulo.

Além do desrespeito com professores e professoras, que são fundamentais na sociedade e na pandemia do Corona vírus mostram-se imprescindíveis, o Ministro mostra total incapacidade de compreender a importância da pasta que ocupa e deixou claro a sua inabilidade, quando se referiu ao papel do professor, a carreira, e a importância para a sociedade do Educador.

Para nós é surpreendente que um Ministro de Estado e principalmente da Educação declare tantos despautérios a respeito da pasta que dirige. Na sequencia desastrosas de suas declarações ele conseguiu desrespeitar os professores, provar que não conhece o papel do MEC, além de ter sido preconceituoso com LGBTs.

Já as declarações sobre orientação sexual vieram em resposta a uma pergunta sobre bullying nas escolas. O Ministro intitulou que é consequência de “famílias desajustadas”. “São famílias desajustadas, algumas, falta atenção do pai, falta atenção da mãe. Vejo menino de 12, 13 anos optando por ser gay. Nunca esteve com uma mulher de fato, com um homem de fato e caminhar por aí”, disse. No final de semana, a Procuradoria Geral da República (PGR) pediu ao STF que investigue Ribeiro por crime de homofobia

Sobre Educação Milton Ribeiro disse: "hoje, ser professor é ter quase uma declaração de que a pessoa não conseguiu fazer outra coisa". Além disso, argumentou que o Ministério da Educação (MEC) não tem responsabilidade sobre a retomada das aulas presenciais na pandemia, eximindo a pasta de colaborar com as redes de ensino no enfrentamento dos reflexos da Covid-19.

Para nós do SINPRO ABC essa fala dá a dimensão do nosso problema e consequentemente da nossa responsabilidade nesse momento histórico do país. Mais que nunca é importante unidade da categoria, pois somente com a união e capacidade de mobilização que poderemos enfrentar ministros, como Milton Ribeiro, que ocupam a pasta da Educação, mas que professam contra a Educação.

Será somente com unidade e força que conseguiremos barrar políticas de desmonte do setor .

basta bozoApesar da nossa indignação e repúdio a fala do presidente, no ataque aos professores, por conseguinte, a toda a comunidade escolar, ele não nos surpreendeu. Ele já disse a que veio.

É com profunda indignação que o Sindicato dos Professores de Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul — SinproABC, recebeu os ataques do presidente Jair Bolsonaro aos professores e professoras de todo o país, desrespeitando a importante tarefa dos educadores para as, milhares de famílias e os seus filhos durante esse período de pandemia da Covid19. Período esse, que ficará marcado na história do quão importante é o educar.

Com a pandemia, os professores e professoras mais uma vez demonstraram o seu amor ao ofício, tendo em vista que, muitas vezes sem tecnologia adequada para trabalhar superaram os desafios de uma realidade singular e cumpriram a sua tarefa de educar. Ao presidente Bolsonaro também estará reservado seu papel na história, como inimigo da educação, da ciência e do ensino, contra a qual promove cortes orçamentários, sucateia estabelecimentos públicos do setor e incentiva a perseguição a professores.

Jair Bolsonaro em pronunciamento nas redes sociais desqualificou os profissionais do ensino, dizendo que “eles ficam em casa e não trabalham” e que pretendem “que a garotada não aprenda mais coisas, não volte a se instruir”. Agrediu, ainda, os sindicatos dos professores que exigem o cumprimento de procedimentos de segurança sanitária para que alunos e profissionais do ensino retornem às escolas.

Apesar da nossa indignação e repúdio a fala do presidente, no ataque aos professores, por conseguinte, a toda a comunidade escolar, não nos surpreendeu. Bolsonaro já disse a que veio e não soma com os brasileiros que trabalham e que se preocupam com o seu semelhante, tendo em vista, a sua falta de empatia com as milhares de mortes de brasileiros e aqueles que priorizam a vida e cumprem as regras sanitárias indicadas pela OMS.

Um presidente inimigo do povo que não se une aos brasileiros  solidários com as minorias e os mais humildes. Um presidente que não tem sido capaz de valorizar as nossas maiores riquezas, como tem demonstrado o seu desprezo às queimadas que consomem os nossos biomas.

Como entidade sindical, lamentamos, mas, mais que isso, manteremos a altivez diante dos ataques e a tentativa do governo de desmobilizar e nos dividir.

Por fim, o SinproABC  reafirma seu posicionamento contrário à precipitação na volta às aulas, como pretendem Bolsonaro e vários proprietários de escolas particulares, e defende que o retorno das atividades escolares seja realizado com critérios científicos e garantindo condições seguras e saudáveis de aprendizado e trabalho.

Participe da Carreata em Defesa da Vida: Sem Vacina, sem Retorno!

 em defesa da vida 30 09

 

O Sindicato está divulgando a Campanha: DEFENDA A VIDA | VOLTAR ÀS AULAS: SÓ COM VACINA | A VIDA DAS CRIANÇAS E EDUCADORES IMPORTAM | A VIDA DOS PROFESSORES E DEMAIS FUNCIONÁRIOS IMPORTAM

Participe da nossa Carreata! Sindserv Santo André, Apeoesp e o Sinpro-ABC estão unidos nessa luta!

Junte-se a nós!

30 de setembro (quarta-feira) às 12h30,
Concentração: Em frente à Diretoria de Ensino de Santo André (Rua das Figueiras, 1245) rumo ao Paço Municipal

Sindicato dos Professores do ABC
www.sinpro-abc.org.br

Os Sindicatos dos Professores que tem a Universidade Metodista na sua base, se unem, denunciam e se mobilizam contra o histórico de desrespeito da Rede Metodista

Ato metodista 8dias site

Mesmo com o cenário de pandemia, que impossibilitou as atividades presenciais e tornou mais que nunca os educadores imprescindíveis, a Rede Metodista insiste em não cumprir os acordos firmados entre a justiça do trabalho e os professores, e professoras.

Como se não bastassem todos os problemas gerados com o excesso de trabalho a distância a Instituição não cumpre a sua parte nos acordos e novamente é o alvo de reclamações.

Em toda a região do ABC são centenas de professores e professoras que reivindicam na justiça as verbas de 2019, 2020, depósitos do Fundo de Garantia Por Tempo de Serviço (FGTS) entre outros direitos que não estão sendo respeitados.

Novas e mais reclamações surgiram nas últimas semanas. Os educadores verificaram que pagamentos relativos aos parcelamentos e acordos nos últimos anos firmados estão sendo descumpridos. ( reivindicações abaixo )

A falta de transparência somada a falta de comunicação, a falta compromisso, o ensalamento e o desmantelamento, que, criam um clima de insegurança entre os professores e professoras tem sido infelizmente a marca da Instituição e motivo de questionamento.

Assim, como resposta aos desmandos da Instituição os professores estão unidos e pelo Brasil inteiro e definiram terça-feira, dia 22, como o Dia do Basta.
Será um dia reivindicação, paralisação e denúncia ao desrespeito com o Professor (a) .

Histórico

Em 2019 a instituição foi alvo de uma paralisação histórica que mobilizou os professores e professoras e contou com o apoio de estudantes e da sociedade de forma geral. O histórico de negociação da Instituição tem sido desastroso. A greve deflagrada ocorreu após a Universidade não realizar o pagamento dos salários.
Na ocasião, além dos salários, muitos professores e funcionários ainda aguardavam o pagamento de férias; e somados a isso haviam denúncias de que a Metodista não estaria realizando os depósitos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) desde 2015.

Os professores reivindicam

1. A regularização do pagamento para todos, conforme a CLT e a isonomia.
2. Pagamento de férias e décimo terceiro no prazo correto como acordado na convenção coletiva e CLT.
3. Depósito do FGTS não realizado desde 2015.
4. Regularização do passivo de 2019 e de 2020.
5. A integralidade dos salários já, que a instituição feche o ano pagando a dívida de 6 folhas de pagamento, considerando férias e décimo terceiro de 2020
6.Autonomia administrativa, financeira e pedagógica para cada instituição da Rede Metodista de Educação.
7. Transparência acerca da situação econômica da Umesp e de todas as instituições da Rede Metodista para a comunidade escolar, sobretudo professores, e funcionários.
8. Permanência dos benefícios.
9. Correto cumprimento das decisões judiciais.
10. Que a direção da Rede Metodista junto a reitoria da Umesp recebam os representantes do SinproABC para dialogarem sobre a pauta de reivindicação, principalmente os direitos trabalhistas referentes ao pagamento de férias e décimo terceiro.

Mais Lidas