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NOTA OFICIAL do Sindicato dos Professores do ABC a respeito da suspensão das aulas

 

Diante da suspensão das aulas adotada como uma das medidas de controle do coronavírus, o Sindicato dos Professores do ABC considera tratar-se de uma medida necessária de saúde pública. Entretanto, manifesta restrições em relação à forma como a questão está sendo conduzida:

1. O SinproABC é contrário à adoção de medidas isoladas, escola por escola, sobre a organização do trabalho dos professores durante o período de suspensão das aulas. Em nosso entendimento, são necessárias ações articuladas, negociadas em conjunto, para definição de procedimentos mínimos padronizados em todas as escolas particulares.

2. As professoras e os professores não podem estar sujeitos ao duplo trabalho. Diante da situação de excepcionalidade é preciso assegurar que as atividades mediadas por meios digitais ou outras formas de substituição temporária das aulas presenciais sejam consideradas como atividades letivas para cumprimento do calendário escolar, sem exceder a carga horária habitual de cada professor.

3. O SinproABC e a Fepesp recorrerão à Justiça para preservar a saúde das professoras e dos professores em grupos de risco, como as gestantes, docentes com mais de 60 anos e os portadores de comorbidades.

4. Como os sindicatos patronais da educação básica e do ensino superior não se manifestaram a respeito de uma solução negociada coletivamente, o SinproABC e a Fepesp recorrerão a órgãos como o Conselho Estadual de Educação e o Ministério Público do Trabalho para assegurar a saúde e os direitos trabalhistas de todas as professoras e os professores da rede privada.

 

Santo André, 17 de março de 2020
Sindicato dos Professores do ABC

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Diante da crescente onda de contágio da população pelo Coronavirus,  o Sindicato dos Professores do ABC considera insuficiente a conduta adotada pelas instituições de ensino particulares de suspender as aulas e dispensar do trabalho ou colocar em home office apenas os professores e professoras que se enquadram no grupo de risco, obrigando os demais a observância do ponto. Apesar de importantes, essas medidas adotadas para os grupos de risco são insuficientes para barrar a disseminação do Coronavirus que tem provocado o grave quadro de saúde pública que o país está vivendo. Para o enfrentamento adequado do surto pandêmico, é necessário se promover imediatamente o distanciamento social de modo a garantir a vida e a saúde dos professores, professoras e seus familiares. Assim, orientamos aos professores e professoras a se recolherem imediatamente às suas casas! Frente ao perigo de contágio, o lugar de professor e professora é em casa!Enquanto isso, o SinproABC e a Fepesp, junto a outras entidades sindicais se empenharão na busca das mediações necessárias para não haver prejuízos aos professores e professoras.  


Professor, fique em casa! 
O governo não está preparando adequadamente os órgãos públicos que lidam ou vão lidar com a pandemia.  Na Itália o descaso inicial por parte do governo e da população, levou ao um alto número de pessoas contaminadas e de óbitos, sobrecarregando os cemitérios de algumas cidades. Não só nas cidade da Grande São Paulo, os prefeitos agem de forma ineficiente para conter o vírus, no Estado e no Brasil, há uma falta de “vontade” de tratar o caso com mais seriedade. É preciso ampliar e fortalecer os serviços públicos.

 

Bolsonaro, Doria e prefeitos do ABC, estão unidos no desgoverno de uma população, que supera 210 milhões de pessoas, segundo o IBGE.

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NOTA DO SINPROe

 

O Sindicato dos Professores do ABC vem a público ressaltar que esta acompanhando com atenção a resolução sobre a suspensão das aulas ocasionados pela crise do Covid-19.

Lembramos que esta é uma situação de exceção, classificada como pandemia, portanto, o SinproABC esta acompanhando e seguindo as orientações da OMS e do Ministério da Saúde. 

O SinproABC, juntamente com sua entidade representativa, Fepesp - Federação dos Professores do Estado de São Paulo  e a CEE - conselho Estadual de Educação assinam nota conjunta.

 

EDUCADORES E A PARALISAÇÃO DE ESCOLAS NO ESTADO DE SÃO PAULO

Federação e sindicatos integrantes irão recorrer a medidas legais para garantir saúde e direitos trabalhistas de educadores durante emergência de saúde pública provocada pelo coronavírus

Todos temos que concordar que, em um momento de crise de saúde pública, como o que vivemos agora com a disseminação exponencial do coronavírus, as únicas soluções e procedimentos a serem consideradas devem ser decididas de forma coordenada, consensual e emergencial. É a vida de pessoas que está em risco.
Todos temos que concordar que, em um momento de crise de saúde pública, como o que vivemos agora com a disseminação exponencial do coronavírus, as únicas soluções e procedimentos a serem consideradas devem ser decididas de forma coordenada, consensual e emergencial. É a vida de pessoas que está em risco.
Por isso, aplaudimos e nos associamos à nota conjunta emitida por órgãos públicos de educação e associações profissionais, recomendando a paralisação programada de todas as atividades escolares no Estado de São Paulo a partir desta segunda-feira, 16/03 (veja mais detalhes abaixo).
Surpreende-nos, no entanto, a posição equivocada e egoísta do setor patronal em considerar medidas isoladas, adotadas escola por escola, em relação à organização do trabalho dos professores durante o período de suspensão das aulas. O nosso entendimento é de que são necessárias ações articuladas, negociadas em conjunto, que asseguram procedimentos mínimos padronizados em todas as escolas.
As professoras, professores e demais educadores, como auxiliares de administração escolar, não podem estar sujeitos ao duplo trabalho, razão pela qual é preciso assegurar que as atividades online sejam consideradas como atividade letiva para cumprimento do calendário escolar, sem ultrapassar a carga horária de cada professor.
Assim, a Federação dos Professores do Estado de São Paulo, em conjunto com seus sindicatos integrantes, recorrerá à Justiça para assegurar a saúde dos professores que se encontram em grupos de risco, como as gestantes, os de idade mais avançada e profissionais em situação crítica de saúde, portadores de comorbidades.
Como os sindicatos patronais da educação básica e do ensino superior não se manifestaram a respeito de uma solução negociada coletivamente, iremos também recorrer a órgãos como o Conselho Estadual de Educação e o Ministério Público do Trabalho para assegurar a todas as professoras, professores e auxiliares de administração escolar, condições de saúde e a observação de seus direitos trabalhistas.

NOTA CONJUNTA – As escolas do ensino básico no Estado de São Paulo – públicas e privadas – concluíram por um cronograma de paralisação programada de todas as atividades escolares, a partir desta segunda-feira, 16/03, para prevenir a disseminação do coronavírus com a diminuição de aglomerações e a redução do transporte público.
Pelo cronograma, a partir desta segunda-feira, as escolas deverão continuar abertas, com dias letivos regulares, realizando atividades de orientação para alunos e responsáveis que desejarem participar. Neste dia, deverão ser realizadas atividades de acolhimento e conscientização aos professores, gestores e estudantes. Devem ser reforçados os protocolos de higiene e etiqueta respiratória. Condutas sociais devem ser revistas, evitando contato físico direto através de beijos no rosto, abraços e apertos de mão. As faltas de alunos serão abonadas a partir desta segunda.
A partir do dia 23 de março, as aulas deverão ser suspensas em todas as escolas públicas e particulares do estado de São Paulo. A suspensão das atividades de todas as escolas estará em vigor até nova determinação. Provas e entrega de trabalhos escolares previstas para esse período deixarão de ser obrigatórios.

O texto integral da Nota Conjunta está aqui: Nota Conjunta Educação SP – coronavirus – 16mar20

 

 

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NOTA OFICIAL do Sindicato dos Professores do ABC a respeito da suspensão das aulas

 

Diante da suspensão das aulas adotada como uma das medidas de controle do coronavírus, o Sindicato dos Professores do ABC considera tratar-se de uma medida necessária de saúde pública. Entretanto, manifesta restrições em relação à forma como a questão está sendo conduzida:

1. O SinproABC é contrário à adoção de medidas isoladas, escola por escola, sobre a organização do trabalho dos professores durante o período de suspensão das aulas. Em nosso entendimento, são necessárias ações articuladas, negociadas em conjunto, para definição de procedimentos mínimos padronizados em todas as escolas particulares.

2. As professoras e os professores não podem estar sujeitos ao duplo trabalho. Diante da situação de excepcionalidade é preciso assegurar que as atividades mediadas por meios digitais ou outras formas de substituição temporária das aulas presenciais sejam consideradas como atividades letivas para cumprimento do calendário escolar, sem exceder a carga horária habitual de cada professor.

3. O SinproABC e a Fepesp recorrerão à Justiça para preservar a saúde das professoras e dos professores em grupos de risco, como as gestantes, docentes com mais de 60 anos e os portadores de comorbidades.

4. Como os sindicatos patronais da educação básica e do ensino superior não se manifestaram a respeito de uma solução negociada coletivamente, o SinproABC e a Fepesp recorrerão a órgãos como o Conselho Estadual de Educação e o Ministério Público do Trabalho para assegurar a saúde e os direitos trabalhistas de todas as professoras e os professores da rede privada.

 

Santo André, 17 de março de 2020
Sindicato dos Professores do ABC

Crise econômica Internacional e o impacto com a crise do Corona vírus

O mercado financeiro está agitado. O dólar sobe e o número de infectados com o coronavírus também sobe.
Para falar da crise internacional e o impacto na economia do país e na sua vida o SinproABC convidou para o podcast desta semana: o professor Jefferson José da Conceição, ele que é Economista e Professor da Universidade São Caetano do Sul a Uscs. Ele também é coordenador do observatório de políticas públicas empreendedorismo e conjuntura.
O professor vai falar também como a crise do coronavírus impacta na economia e os seus desdobramentos no Brasil.

Esse o podcast é uma produção do Sindicato dos Professores do ABC
Edição - Israel Barbosa
Diretor de Comunicação´- Rafael Fieri
SinproABC - Sindicato dos professores do ABC

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