Fundação Santo André

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O reitor Francisco Milreu caiu. Seu desligamento aconteceu no inicio de maio, foram também anulados o concurso no qual ele havia sido classificado em 1º lugar para uma disciplina da FAECO. A queda de Milreu acontece após mais de um ano ocupando o cargo e é resultado da pressão exercida pelo SinproABC, professores e funcionários, dos vereadores de Santo André, através da CPI -Comissão Parlamentar de Inquérito e do Ministério Público Estadual, que abriu inquérito para investigar a legalidade da participação e da aprovação do ex-reitor em concurso

Milreu assumiu em abril de 2018 e neste período ocorreram mudanças estatutárias e regimentais aprovadas casuisticamente pela atual reitoria, em benefício próprio e de sua permanência no poder. O SinproABC exige que seja as ações sejam regularizadas e aprovadas pela Curadoria de Fundações

Cenário atual:

A FSA não possui a CND - Certidão Negativa de Débitos. Há um enorme passivo tributário e trabalhista. Hoje se assemelha ao que há de pior entre as mantenedoras do ensino superior: não paga o 13º salário desde 2016; não aplica os dissídios salariais desde 2015; está com dezenas de parcelas atrasadas nos depósitos de FGTS; não pagou sequer os dias trabalhados para os professores e funcionários desligados em dezembro/18 (muitos deles colaboradores essenciais por cerca de 30 anos). Em outros tempos a FSA se destacava como instituição exemplar na relação profissional com seus colaboradores.

CHEGA! Não basta a saída do reitor Milreu:

Se o reitor estava ilegítimo, então todos os seus atos perdem legitimidade, inclusive a casuística mudança estatutária.
Queremos o restabelecimento das relações democráticas na FSA.
Que seja restabelecida a democracia interna, com a participação dos alunos e docentes na gestão dos cursos, com eleição de coordenações e direção.
Que os alunos recuperem sua participação nos órgãos colegiados máximos da FSA, especialmente no Conselho Diretor.
Por uma nova eleição de reitoria conforme estatutos vigentes!

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FEPESP: Fazendo compras pelo site o sindicalizado economiza e dá força para garantir seus direitos

 

Professoras, professores sindicalizados aos sindicatos integrantes da Fepesp passam a ter um site exclusivo de compras: é o novo Clube de Vantagens [Sindicato Forte – Você Forte], que oferece descontos em produtos e serviços que interessam a todos.

O Clube de Vantagens da Fepesp está em processo de implantação. Inicialmente, está sendo oferecido aos sindicalizados, em uma fase seguinte deverá ser ampliado para os contribuintes dos sindicatos – todos os que participam com a contribuição assistencial, por exemplo.

Atenção: não há taxa de inscrição no seu Clube de Vantagens [Sindicato Forte – Voce Forte]!

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Faça sua inscrição

no Clube de Vantagens

Fepesp agora,

clicando aqui!

 

 

 

A ideia do Clube de Vantagens [Sindicato Forte – Você Forte] da Fepesp é bastante simples e direta: ao se cadastrar, o site verifica a sua condição de sindicalizado em qualquer um dos 25 sindicatos integrantes da Federação e, uma vez validado, o associado passa a ter acesso a descontos expressivos na compra de aparelhos eletrônicos, eletrodomésticos e outros produtos e serviços de parceiros conveniados. Novos fornecedores serão acrescentados continuamente nos próximos dias, e iremos informar a cada nova oferta disponível.

Quem ganha com este Clube – Em primeiro lugar, ganham todos os professores e os auxiliares sindicalizados e os contribuintes do Sindicato, e de duas formas: por um lado, com descontos em produtos e serviços do seu interesse; por outro, com o fortalecimento do seu Sindicato – importante para garantir a defesa e a ampliação dos seus direitos nas campanhas de negociação das nossas convenções e acordos coletivos, por uma educação de qualidade, na resistência contra medidas que possam enfraquecer a categoria.

A Federação ou os sindicatos não ganham dinheiro com suas compras no Clube, mas tem interesse em que todos os profissionais da Educação na rede privada dos Estado de São Paulo participem: o sindicato se torna mais forte com maior numero de professores e auxiliares sindicalizados – por isso o nome, Clube de Vantagens [Sindicato Forte – Você Forte] – e este Clube é mais um benefício que o sindicato oferece aos seus associados.

Avise seus colegas e estimule cada um a considerar a sindicalização desde já (veja como, aqui).

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Veja mais informnações no site da FEPESP é só clicar aqui

Em audiência de conciliação no TRT-SP no dia 22/05, a Universidade Metodista se comprometeu a cumprir 12 cláusulas para saldar dívidas trabalhistas com os docentes e garantir estabilidade por 90 dias. Uma 13º cláusula penal preconiza como multa o pagamento de um salário ao professor lesado pelo não cumprimento de qualquer das cláusulas.

Para baixar o acordo com a Metodista na íntegra, acesse o link: https://www.sinpro-abc.org.br/index.php/o-sindicato/documentos/acordos-coletivos/file/262-diss%C3%ADdio-de-greve-metodista.html

Cataz metodista Acordo final

Dia 14 de Junho não haverá aula

post greve face

 

Dia 14 de junho vamos paralisar nossas atividades. A paralisação será a resposta dos professores e professoras contra o corte drástico de recursos para a Educação e contra o fim da Previdência Pública que empobrecerá todos os assalariados e os aposentados de modo geral.

Bolsonaro dispara contra os Professores e a Educação

O Brasil bate recorde de desemprego, mas Bolsonaro decide atacar os professores tratando-os como inimigos, estimulando a violência e a perseguição aos docentes.

A Educação é seu alvo preferido com cortes orçamentários e perseguição as universidades públicas e institutos federais de educação, propagando preconceitos e divulgando vídeos descontextualizados por meio das redes sociais.

É um desrespeito aos professores, aos pais e alunos. Muitos de nossos alunos são preparados para disputar uma vaga na universidade pública. O corte de verbas da educação afeta a todos e diminui as chances de ingresso dos alunos na educação superior pública.

Ao contrario do que o governo fala em redes socias, a maioria dos alunos das escolas públicas federais é negra e de baixa renda. Não podemos permitir que o governo continue mentindo sobre a Educação.

PROFESSORES NA GREVE GERAL 14 DE JUNHO CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA!

A REFORMA TRABALHISTA TAMBÉM PROMETIA EMPREGOS, MAS O QUE VEMOS AGORA?

Bolsonaro dispara contra a sua aposentadoria

 

Mais tempo de trabalho e menos aposentadoria

A desconstitucionalização: Não garante aposentadoria no futuro

Transformação da Previdência num sistema de capitalização: O sistema de seguridade social da forma como foi concebido na Constituição de 1988, público e solidário será liquidado, dando lugar para o modelo tipo “Tele-Sena”, mas sem sorteio.

Aumento da idade para as mulheres: é especialmente cruel com as mulheres porque desconsidera as desigualdades no mercado de trabalho e as duplas jornadas.

Mais pobres: diminuição dos benefícios de Prestação Continuada e de viúvas e orfãos

Trabalhando mais e contribuindo por 20 anos, homens e mulheres só receberão 60% da média salaraial.

Fim da aposentadoria para os trabalhadores rurais.

 

BOLSONARO É INIMIGO DO POVO E DA EDUCAÇÃO!

GREVE GERAL 14 DE JUNHO

Papelão do sindicato patronal impede assinatura da CCT

Vinte sindicatos integrantes da Federação dos Professores do Estado de São Paulo (Fepesp), inclusive o SinproABC, entrarão com dissídio, em conjunto, exigindo o cumprimento da proposta aprovada nas assembleias da Educação Básica.

Os sindicatos haviam aprovado a proposta de acordo por um ano, formulada oficialmente pelo Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (Sieeesp) que, negou-se a assinar os acordos, alegando não ter enviado nenhuma proposta aos professores.

A alegação do Sieeesp é mentirosa, pois foi documentada e está desmentida em nota pública assinada pelo conjunto de Sindicatos integrantes da Fepesp.

O pedido de dissídio está em fase de juntada de documentos e deverá ser apresentado nos próximos dias ao Tribunal Regional do Trabalho da 15ª região (Campinas), que atende as bases onde a maioria destes 20 sindicatos tem atuação.

Já está em andamento um pedido de dissídio apresentado por outros quatro sindicatos, dentre eles o Sinpro SP, no TRT, 2ª região, relativo aos sindicatos que não aprovaram nenhuma das propostas apresentadas, depois negadas, pelo SIEEESP.
Apenas um dos sindicatos integrantes da Fepesp não entrará em dissidio algum: o SAAE Rio Preto, de São José do Rio Preto, que representa exclusivamente auxiliares de administração escolar, já assinou convenção coletiva por dois anos para a sua base.

Recordando:
Nossa assembleia, realizada em 23 de março, deliberou a aprovação da seguinte proposta do SIEEESP: renovação da CCT por um ano com a manutenção de todas as suas cláusulas, além de reajuste salarial de 3,90% e pagamento de participação em Lucros e resultados (PLR) de 15% em outubro.
Portanto, a campanha salarial 2019 ainda não terminou. Acompanhe as notícias e comunicados pelo nosso site e redes sociai

 

Entenda como funciona é "Dissídio" clicando aqui.Entenda como funciona é "Dissídio" clicando aqui.


Educação Básica: a verdade verdadeira sobre a negociação e as propostas
Na segunda-feira, dia 6, os sindicatos integrantes da Fepesp lançaram nota pública contestando a afirmação patronal de que não teria recuado de suas propostas. O sindicato patronal divulgou nota – incorreta! – em seu site negando seu recuo – comprovado! – nas propostas negociadas e aprovadas em assembleias de professores em todo o Estado.

(Fonte : Fepesp e SinproABC)

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