25062021 METODISTA2° Ato Nacional de Mobilização dos Professores da Metodista.

Resistência e Luta. Nenhum direito a menos!

Cara professora, caro professor!

Com uma presença significativa de docentes e ex-docentes de diferentes instituições de ensino da Educação Metodista realizamos no último dia 23 mais um Ato Nacional de Mobilização dos Professores da Metodista que denominamos de Resistência e Luta. Nenhum direito a menos! Esse ato foi organizado por diferentes sindicatos de professores (Sinpro ABC, Sinpro Minas, Sinpro Juiz de Fora, Sinpro Campinas e Região, Sinpro Rio) e pela CONTEE.

Esse evento nacional teve como um dos seus intuitos apresentar um histórico da mobilização desse coletivo de sindicatos e da CONTEE. Ou seja, este Ato é mais uma etapa da nossa luta contra os desmandos e aviltamento dos direitos básicos impetrados pela Educação Metodista ao longo dos últimos anos, conforme atestado nas várias ações desses sindicatos expostas nesse evento.

Os descalabros da Educação Metodista respondem, em certa medida, a uma administração temerária; mas, por outro lado, não nos escapa a situação conjuntural do sistema educacional no Brasil onde podemos identificar um avanço no trato da educação como mercadoria e, portanto, terreno propício para a entrada de grandes corporações que reduzem o ensino a mera moeda de especulação no mercado financeiro; estas são algumas das reflexões que pontuaram a fala da CONTEE nesse evento e que colaboram para dimensionar a árdua luta que teremos pela frente, mas que a nossa unicidade é a melhor estratégia para enfrentá-la.

O evento oportunizou a apresentação dos advogados de cada um dos sindicatos que participam do coletivo que acompanha o processo de Recuperação Judicial. Oriundos da área trabalhista, fazem-se presentes com seus conhecimentos e embates de modo a subsidiar nossa compreensão dos desafios postos por esse processo. E, justamente, fruto desses diálogos nessas reuniões, juntamente com os diretores dos Sinpro, que se estabeleceu como premente a presença e o respaldo de um assessor/consultor que pudesse acompanhar e orientar essas discussões numa seara que é alheia à maioria dos envolvidos: a recuperação judicial. Essa decisão ensejou um processo de seleção e entrevistas em busca de um nome que atendesse ao perfil necessário e esperado por esse coletivo.

Assim, nesse Ato, deu-se a apresentação do profissional selecionado para essa tarefa. Trata-se do Dr. Rodrigo Valente, que fez uma apresentação em linhas gerais do processo de Recuperação Judicial da Educação Metodista. Sua apresentação teve por intuito esclarecer as nuances desse processo e, também, dos desafios postos; no entanto, destacou a importância da unicidade dos docentes e ex-docentes em termos das ações nesse processo.

Conforme estabelecido na metodologia desse evento os docentes e ex-docente puderam encaminhar suas questões pelo Chat. Questões a serem respondidas pelo Dr. Rodrigo Valente e, posteriormente, remetidas a todos os docentes e ex-docentes das instituições de ensino da Educação Metodista.

No encerramento estabeleceu-se o compromisso deste coletivo de Sindicatos de enviar um relato desse Ato e, também, as respostas aos questionamentos apresentados no Chat do evento. Da mesma forma, definiu-se que outros atos deverão ocorrer de modo a manter os docentes e ex-docentes informados desse processo, visando a importância da nossa unicidade nesta luta!

Recomendamos que mantenha seu e-mail e endereço de correspondência atualizados junto ao seu Sindicato! Sindicalize-se, se ainda não o fez!

Nossa luta é justa e necessária para recompor nossos direitos e dignidade!

Unidade é fundamental para resistir!

23062021 metodistaNa quarta-feira (23/6), a partir das 18h, será realizado o Segundo Ato Nacional de Mobilização dos Professores da Metodista: Resistência e Luta.
 
A ação envolverá profissionais de diversas cidades e precisa da sua participação para demonstrar união e força da categoria.
 
Acompanhe em nossas redes oficiais mais informações sobre o evento, que será realizado virtualmente pela plataforma Zoom.
 
Nenhum direito a menos!

Educação BásicaNenhum direito a menos, resistência, dignidade e luta. Reunidos na noite desta quarta-feira (23/6), no Segundo Ato Nacional de Mobilização dos Professores da Metodista, profissionais da ativa e demitidos participaram do evento online no qual foram apresentadas as estratégias para as próximas ações em defesa da categoria.

Encabeçada pelos SINPROs ABC, Campinas e Região, Minas, Juiz de Fora e Rio de Janeiro, com apoio da Contee e Fepesp, a reunião demonstrou a união e força dos professores da, agora, Educação Metodista.

“Uma das instituições educacionais mais renomadas e conceituadas de nossas regiões, em diversas cidades do Brasil, começou, em 2015, a escrever uma história que seguiria até os dias de hoje na contramão de sua reconhecida credibilidade”, contextualizou a presidente do SINPRO ABC, Edilene Arjoni. “De lá para cá, a celeuma perdurou e o leque de prejuízos dos empregados aumentou. Não recolhimento do FGTS, não pagamento de salários integrais, 13o e férias, problemas na atribuição de aulas e, pasmem, desconto de mensalidade sindical dos professores sem aos respectivos sindicatos são apenas algumas das falácias sofridas pela classe trabalhadora do grupo Metodista”.

Em nome da Contee, o professor Gilson Reis definiu o ato como um marco para o movimento sindical. “Trata-se de uma demonstração da capacidade de resistência, resiliência, força e luta diante das adversidades. Se não há respeito com os profissionais da Educação, não há respeito com a Educação”.

Representando o SINPRO Juiz de Fora (MG), o dirigente Gustavo Burla ressaltou: “Este é um processo de paciência, força e coesão por melhores resultados neste movimento que dura anos”. 

Na ocasião, foi apresentado à categoria o advogado especialista em Direito Empresarial, Rodrigo Valente, que fará a assessoria jurídica neste processo que extrapolou o âmbito trabalhista. Valente fez uma explanação acerca do cenário relacionado à recuperação judicial e orientou os profissionais sobre os próximos passos. “É preciso que todos estejam envolvidos, uma vez que decisões coletivas deverão ser tomadas”.

Professor, em caso de dúvidas, entre em contato com o SINPRO ABC pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Nossas reuniões virtuais permanecerão ativas e a participação de todos é fundamental para que sejamos uníssonos nessa luta por respeito, dignidade e defesa dos nossos direitos.

Unidade é fundamental para resistir!

Assista a íntegra em nossa página no Facebook https://www.facebook.com/SINPROABC/posts/4279047985486892

19jSábado (19/6) é dia de demonstrar a indignação com os desmandos do governo Bolsonaro. Na internet, use as #19j #ForaBolsonaro.
 
Quem for às ruas, lembre-se: respeite o distanciamento, evite transporte público, higienize as mãos e USE MÁSCARA preferencialmente a PFF2.
 
Em defesa da vida e da dignidade do povo brasileiro, FORA BOLSONARO.

23062021 editorialPedro, Elaine, Antonio, Paulo, Rosana. Cinco dentre outras mais de 500 mil vidas interrompidas por uma doença que, aqui no Brasil, sempre foi tratada com desdém e deboche por parte daquele que deveria ser exemplo.

Era março de 2020 quando tudo parou em todo o mundo. Escolas fecharam, atividades culturais foram suspensas, interromperam os torneios esportivos, adiaram as Olimpíadas. Mas, no Brasil, “era só uma gripezinha” que derrubaria os mais fracos. 

Hoje são 500 mil famílias enfraquecidas. São pais, mães, avós, filhos, maridos, amigos e companheiros que não puderam sequer ter o direito à despedida e à elaboração do luto. A covid-19 não escolhe suas vítimas. Ela é impiedosa. Infelizmente, não só ela.

Enquanto a maioria dos brasileiros espera ação e respeito por parte da “autoridade máxima”, o que presenciamos é um presidente simulando a falta de ar que agoniza os acometidos pela covid. Nossa esperança está agonizando.

Vemos um presidente exalando sua irresponsabilidade em palavras e comportamento. Promove aglomerações desnecessárias, ignora o uso de máscaras, ofende jornalistas e incita comportamentos negligentes que somente agravam a crise sanitária no País. Ter um leito disponível em enfermaria ou UTI não impede o risco de morte. É preciso não adoecer.

Somente a vacinação nos tiraria do fundo do poço. Mas Bolsonaro recusou as negociações e, quando a fez, superfaturou os valores para aquisição das doses indianas em mais de 1000%. O que mais falta acontecer para que juristas e autoridades políticas resgatem o país das mãos desse criminoso?

Imunização a passos lentos. Ocupação dos hospitais voltando a índices assustadores. Equipes de Saúde esgotadas. Presidente passeando de moto.

Se nada disso te causa indignação, o problema não é só o Bolsonaro.

O Brasil precisa de união e força para salvar a nossa nação devastada. Tudo para evitar que sofram outras famílias como as de Rosana, Paulo, Antonio, Elaine e Pedro.

16062021 elenaoSer brasileiro é sinônimo de não ter um dia sequer para se recuperar das notícias esdrúxulas vindas do “líder” da nação. Na quinta-feira (10/6), Bolsonaro estampou manchetes ao cogitar a desobrigatoriedade do uso de máscaras para quem já foi vacinado ou teve a covid-19. 

Não é a primeira vez que o “presidente” incita comportamentos que vão na contramão da ciência. Dias depois, em mais um fatídico “compromisso público”, reuniu seguidores em cima de motos e desfilaram aglomerados pelas ruas de São Paulo.

Dessa vez, o digníssimo senhor Jair não se esqueceu da máscara. Ele fez questão de usar algo semelhante durante o trajeto, mas não para cobrir nariz e boca. Ele protegeu a placa da moto na qual desfilou sua incompetência a fim de prevenir, apenas, eventuais multas por infração ao Código de Trânsito Brasileiro.

Diante de exemplos negativos, cabe à sociedade alertar aos fiéis seguidores do caos sobre as razões pelas quais ainda devemos nos proteger individualmente. Pois bem, didaticamente explicaremos aquilo que soa óbvio, mas necessário. Uma pessoa vacinada reduz os riscos de gravidade para si própria, caso venha desenvolver a doença. Contudo, como outras doenças virais, ela pode ser transmissora para quem ainda está desprotegido. Sendo assim, enquanto a vacinação não alcançar um percentual considerável para reduzir a circulação do vírus, ainda precisaremos fazer uso do material de proteção como forma de respeito a quem ainda está esperando seu momento de ser imunizado.

Se o Brasil não tivesse ignorado as ofertas das farmacêuticas feitas ainda em 2020, provavelmente já estaríamos pensando em nos livrar das máscaras, como acontece em alguns países. 

Infelizmente ainda assistimos outras medidas sendo ignoradas: o presidente (e seu rebanho) ignora a gravidade da pandemia, ignora as mortes, ignora os cuidados preventivos, ignora a vida, ignora a realidade e aclama a ignorância.

Não podemos mais ignorar essa realidade. É preciso colocar um ponto final nesse descalabro. Basta. Fora Bolsonaro. Sua ignorância mata.

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