Nos primeiros trimestres de 2020 e 2021, o número chega a 71,6%; na Educação, o aumento é de 106,7%

19052021 dieeseNão são apenas números. São vidas interrompidas como reflexo do caos vivido em todo o Brasil. Dados divulgados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) revelam que houve aumento nos casos de afastamento por óbito em trabalhadores celetistas entre os primeiros trimestres de 2020 e 2021. 

“Nas atividades de atenção à saúde humana, o crescimento foi de 75,9%. Entre os médicos, os desligamentos por morte triplicaram e entre os enfermeiros, duplicaram”, aponta o estudo. “Na Educação, o crescimento foi de 106,7%”, completa.

Diversos estudos e epidemiologistas apresentam consenso sobre o risco da retomada das atividades presenciais ainda em fases restritivas da pandemia e com os casos de contágio, internação e óbito em alta. A volta às aulas nas escolas acende o alerta para diversos fatores: o ambiente é propício para a alta transmissibilidade do coronavírus por conta da falta de ventilação adequada, pelo inevitável contato físico que crianças e jovens provocariam (por brincadeiras e imaturidade de consciência sobre o distanciamento social) e por colocar em circulação nas ruas e transportes coletivos um maior número de pessoas, entre outros aspectos.

O SINPRO ABC segue contrário a esse retorno precoce enquanto não houver condição de segurança para os profissionais da Educação e alunos. A vacinação segue a passos lentos, enquanto a pandemia segue se alastrando em velocidade oposta. Não podemos aceitar que o lobby tenha prevalência sobre vidas.

Os governos municipais, estadual e federal devem zelar pelo direito constitucional à vida. Vacinação para todos já! Escola sem vacina é chacina.

13052021 decisaoA juíza Simone Casoretti atendeu recurso dos sindicatos e decidiu nesta terça-feira, 11/05, que a sentença que proíbe aulas presenciais, enquanto não houver controle da pandemia, vale para filiados ou não da associação e demais entidades autoras da ação.

Portanto, a sentença judicial não apenas continua em pleno vigor, como se tornou abrangente da totalidade dos profissionais da educação em todo o Estado de São Paulo. Clique aqui e leia a decisão.

O patronal tenta confundir e se eximir da responsabilidade quando diz (sem mostrar vergonha!) ‘que não foram citados na ação’. Ora, a sentença é declaratória, envolve todas as escolas no mesmo pacote. O governo do Estado também dá uma de irresponsável, dizendo que ‘a liminar foi cassada’. Que bobagem: a liminar, que é uma decisão provisória, foi a favor dos educadores e foi cassada pelo desembargador amigo do governador – mas, daí, o processo continuou correndo e, na sentença final, a juíza da 9ª Vara da Fazenda do Tribunal de Justiça de SP determinou: estão proibidas as atividades presenciais nas escolas enquanto o Estado estiver nas fases vermelha e laranja – as mais perigosas – da pandemia.

E atenção: está em vigor, ainda, a liminar de março de 2020 que protege professores com comorbidades ou que residam com pessoas em situação de risco (idosos, grávidas, puerpéreas e outras pessoas com comorbidades).

Aqui, as notificações às escolas
Professores convocados para exercer atividades presenciais durante esta fase da pandemia devem saber do seu direito – em caso de dúvida imprime e envie à escola as notificações apresentadas abaixo.

Notificação oficial à FEEESP – clique aqui para ver e baixar o original em PDF

Notificação oficial ao SIEEESP – clique aqui para ver e baixar o original em PDF

 

Fonte: Fepesp

18052021 elenaoEnquanto os brasileiros patinam em todos os segmentos durante a pandemia, podemos afirmar que uma pessoa não tem do que reclamar no quesito salário: Jair Bolsonaro, vulgo “presidente do Brasil”. Ele não trabalhou no enfrentamento à covid-19 - aliás, difícil dizer se ele já fez isso alguma vez -, não negociou a aquisição das vacinas, não estruturou medidas para amparar a população financeiramente e com programas sociais para 2021, não respeitou o isolamento social, não defendeu a ciência, estimulou o uso de medicamentos ineficazes contra o coronavírus que colocam em risco a vida de quem os manipulam sem necessidade, debochou das vítimas fatais, estampou o Brasil nos noticiários internacionais como referência de vergonha, descalabro e ingerência, mas, ainda assim, manobrou para aumentar sua própria remuneração.

Ora, presidente, a economia vai mal somente quando é para implantar políticas públicas para a população? Para privilegiar o primeiro escalão do Governo Federal os cofres vão muito bem, obrigado?

Para quem não sabe, recente portaria editada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes (de quem falaremos em outras oportunidades), permite que o salário do presidente, vice e militares titulares dos ministérios ultrapasse o teto constitucional, podendo chegar a, pasmem, R$ 78 mil reais para quem acumula duas funções, representando crescimento de até 69%. Você conhece alguém que já teve o salário reajustado em 69%?

Sobre o senhor Jair, aquele que nada faz há anos e sempre mamou nas chamadas “tetas do Governo”, juntamente com a “quadrilha” formada por Carlos, Flávio, Eduardo e o aspira Renan - que parece terem aprendido perfeitamente com o exemplo do pai -, os vencimentos passaram para R$ 41,6 mil. Sim, Bolsonaro recebe R$ 41,6 mil reais por mês para correr atrás de emas, desrespeitar jornalistas e matar brasileiros com sua incompetência.

A canetada vai custar aos cofres cerca de R$ 66 milhões ao ano, o que representaria 110.000 pagamentos de auxílio emergencial de R$ 600 reais a quem realmente precisa colocar comida na mesa.

Por que somos defensores do ELE NÃO e do FORA BOLSONARO? Porque queremos resgatar a dignidade do povo brasileiro e fazer valer a justiça social no País. Está cada vez mais evidente que a bandeira do “trabalho pela família” favorece um único sobrenome: Bolsonaro. Os demais que lutem para sobreviver.

WhatsApp Image 2021 05 10 at 14.49.58O SINPRO ABC dará continuidade ao programa SINPRO Solidário, a campanha de arrecadação de alimentos e itens de higiene para as famílias em situação de vulnerabilidade. Quem puder contribuir pode se dirigir até a nossa sede na Rua Pirituba, 61/65, Bairro Casa Branca, em Santo André, sempre às segundas, quartas e sextas, das 12h às 16h.
Se quiser doar sem sair de casa, é possível fazer compras por aplicativos ou sites, como o Ifood, e agendar a entrega para o mesmo endereço, nos mesmos dias e horários acima.
Doar é um ato de generosidade que faz diferença para quem recebe e alimenta a bondade de quem doa!
Se puder, ajude! Poderão ser doados alimentos não-perecíveis, itens de higiene pessoal e produtos de limpeza, que serão destinados às famílias carentes.
#sinproabc #professoresdoabc #sinproabcsolidario #solidariedade

18052021 fgtsO STF (Supremo Tribunal Federal) adiou o julgamento para a revisão do índice de correção do saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Inicialmente prevista para o dia 13 de maio, ainda não há nova data para a discussão.

A ação questiona o uso da Taxa Referencial (TR) como parâmetro para reajustar os valores.  Hoje o FGTS é corrigido pela TR (Taxa Referencial) mais 3% ao ano, porém este reajuste não reflete a inflação.

A reivindicação contemplaria trabalhadores que tiveram carteira de trabalho assinada entre os anos de 1999 e 2013. Importante destacar que não importa se o trabalhador já sacou ou não o FGTS referente ao período de 1999 a 2013.  

Caso o STF acate a tese trazida na ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) e altere a correção da Taxa Referencial pelo INPC, os valores podem ser corrigidos entre 48% a 88,3% ao longo de todo o período.

Por não ser tratado como processo trabalhista, aqueles que desejarem ingressar na justiça para solicitar a correção deverão fazê-lo de forma individual. Em caso de dúvidas, procure o SINPRO ABC para orientações por meio do whatsapp (11) 98921-2588.

10052021 manifestogiseleEm solidariedade à Gisele Giampaoli, professora de Sociologia do Colégio Universitário da USCS, alvo de procedimento administrativo disciplinar e suspensão por 60 dias do trabalho, com indicativo de demissão por justa causa, por determinação do reitor Leandro Campi Prearo, sob acusação de fazer campanha no colégio contra o retorno das aulas presenciais no contexto da Pandemia, as entidades de classe, coletivos, organizações políticas, figuras públicas e grupos de pesquisa abaixo relacionados vêm à público manifestar repúdio à ação contra a professora Gisele.

Esse caso revela mais um grave exemplo das políticas de perseguição e punição típicas da Lei da Mordaça e do movimento Escola sem Partido, que atacam em suas ações a liberdade de cátedra, o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, e que submete os professores à vigilância ideológica, perseguição, censura e punição constantes.

O contexto da pandemia agravou ainda mais essas práticas abusivas e autoritárias contra professoras e professores. Ao mesmo tempo em que há o acirramento da pandemia no país e a política de imunização enfrenta diversos obstáculos, nesse contexto se amplia na sociedade uma polêmica sobre o retorno das aulas presenciais. Em todo o país, trabalhadoras e trabalhadores da educação lutam em defesa da vida, pela garantia das condições para que todos tenham acesso emergencial e temporário ao ensino remoto e pelo fechamento das escolas até que a pandemia esteja controlada e a população esteja devidamente vacinada.

A imposição das aulas presenciais em diversos estados e municípios, no pior momento da pandemia, tem custado a vida de centenas de trabalhadoras e trabalhadores da educação, de estudantes e de suas famílias. Somente na rede estadual de São Paulo mais de 2.412 pessoas foram contaminadas em 1100 escolas, acarretando em 83 óbitos até o dia 30 de Abril, segundo levantamento da Apeoesp.

Apesar dessa triste realidade, a diretora do colégio universitário da USCS, de quem partiu o relatório de acusação, afirma que a professora, ao se manifestar sobre o retorno das aulas presenciais, com início em 09/02/2021 no colégio, teria, supostamente, usado as aulas de Sociologia para assediar alunos para não frequentarem as aulas presenciais e desestimular colegas de trabalho a comparecerem à escola.

Para sustentar sua acusação, anexou ao relatório e-mails recolhidos com alguns pais que assistiram as aulas remotas de Sociologia e fizeram acusações de que a professora estaria pressionando, e até mesmo responsabilizando, os alunos que frequentaram presencialmente as aulas pela eventual morte por Covid-19 de algum professor do colégio. Uma acusação falsa, sob pretexto de estar realizando doutrinação ideológica, que inverte a lógica da problematização feita pela professora durante as aulas e que desconsidera o debate posto na sociedade sobre a questão. Ignora, inclusive, o papel da escola nesse contexto, de levar informação aos alunos, contribuir para a formação deles por meio do combate à desinformação, apresentando a eles diferentes opiniões a partir da complexidade e urgência do tema, fortalecendo o debate e a reflexão.

Os e-mails selecionados pela diretora demonstram a articulação interna da gestão do colégio para perseguir, censurar e culpabilizar a professora por suposta campanha contra o retorno às aulas presenciais. Enquanto agia em conjunto com esses pais, claramente discordantes sobre os riscos de contaminação com o retorno presencial, a diretora e demais integrantes da equipe gestora não notificaram a professora sobre a reclamação dos pais, nem garantiram a ela a defesa de seu ponto de vista, amparado no debate público e notório existente no período diante do agravamento da pandemia no Brasil e no estado de São Paulo.

Questionam e querem sua demissão pelo uso das aulas de Sociologia para falar da pandemia. Ora, desde quando falar da pandemia nas aulas não é abordar os conteúdos da Sociologia?

Outros elementos presentes no relatório, relacionados à atividade docente da professora, partem dessa acusação, compondo o quadro de perseguição política à professora.

A luta contra as aulas presenciais na pandemia é uma luta nacional em defesa da vida, encampada por diversos sindicatos e entidades de classe, amparados em estudos e análises de associações científicas e especialistas de diversas áreas, que partem da preocupação com o aumento expressivo de casos de contaminação e mortes no país. E é, portanto, inadmissível que qualquer professora ou professor seja punido individualmente por isso, muito menos perseguida/o e censurada/o por qualquer desacordo político com o conteúdo das aulas ministradas, num evidente desrespeito à liberdade de cátedra.

Em São Caetano do Sul, também temos o caso grave e absurdo da professora da rede municipal Catarina Troiano, que também é alvo da política persecutória, intimidadora e de criminalização das professoras e professores da cidade. Ela é vítima de queixa criminal por parte do secretário da educação Fabrício Coutinho de Faria, que abriu inquérito por calúnia após a professora publicar em suas redes sociais conteúdos expressando sua opinião contrária ao retorno das aulas presenciais. Em sua escola, Catarina Troiano perdeu uma colega de trabalho vítima do Covid-19, uma professora de 62 anos, que trabalhou durante um mês após o retorno às aulas presenciais antes de ser intubada e vir a óbito.

No colégio universitário da USCS, onde a professora Gisele é professora, um funcionário de 65 anos também faleceu vítima do Covid-19. Ele trabalhou presencialmente no setor da manutenção na instituição até poucos dias antes de ser internado. Bem se vê que a dinâmica de desrespeito à vida e à saúde dos trabalhadores da educação na cidade não buscou resguardar nem os servidores do grupo de risco à época.

É importante considerar também os estudos recentemente realizados pela REPU (Rede Escola Pública e Universidade) que, através de dados coletados na rede estadual de ensino, demonstrou que o índice de contaminação entre professores é até 3 vezes maior do que a população adulta em geral no estado. Também, estudos publicados em revistas científicas como a Science e The Lancet trazem novas evidências sobre a transmissão pelo ar, pelas partículas aerossóis, em que o risco em ambientes fechados tem a capacidade de aumentar, exponencialmente, a contaminação. No retorno presencial às aulas em fevereiro, o colégio da USCS tinha turmas com até 20 alunos frequentando as aulas presenciais dentro da mesma sala de aula.

Considerando o absurdo da violência persecutória e de punição, defendemos a retirada imediata do processo administrativo disciplinar contra a professora Gisele Giampaoli e o seu retorno ao trabalho para que ela possa voltar a ministrar as aulas de Sociologia no Colégio da Universidade Municipal de São Caetano do Sul e para que a interrupção de seu trabalho não venha a acarretar prejuízos aos estudantes!

Basta de perseguição, censura e punição das professoras e professores!

São Caetano do Sul, 08 de maio de 2021.

Assinam o Manifesto de apoio à Gisele
Centrais Sindicais:
- CSP-CONLUTAS – Central Sindical e Popular Conlutas
- CTB - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil
- CUT - Central Única dos Trabalhadores
- CSB - Central dos Sindicatos Brasileiros
- Força Sindical
- INTERSINDICAL - Central da Classe - Trabalhadora
- NCST - Nova Central Sindical dos Trabalhadores
- UGT - União Geral dos Trabalhadores

Sindicatos e Entidades de Classe:
- ABECS - Associação Brasileira de Ensino de Ciências Sociais - Unidade São Paulo/SP
- ABECS - Associação Brasileira de Ensino de Ciências Sociais - Unidade João Pessoa/PB
- ADUSP - Associação dos Docentes da Universidade de São Paulo
- AFUSE - Sindicato dos Funcionários e Servidores da Educação de São Paulo - Mariana Fragoso Watanabe
- AAJ - Associação Americana de Juristas
- ANDES - Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior

- APEOESP - Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo:
- APEOESP - Subsede Diadema
- APEOESP - Subsede Guarulhos/ Arujá/ Santa Isabel
- APEOESP - Subsede Itapecerica da Serra
- APEOESP - Subsede Lapa
- APEOESP - Subsede Mauá
- APEOESP - Subsede Poá/Ferraz de Vasconcelos
- APEOESP - Subsede Santo André
- APEOESP - Subsede Santo Amaro
- APEOESP - Subsede São Bernardo do Campo
- APEOESP - Subsede São Caetano do Sul
- APEOESP - São José dos Campos
- APEOESP – Subsede Sorocaba
- APEOESP - Subsede São Miguel Paulista/Itaim Paulista
- ANPUH - Associação Nacional de História/Seção Ceará
- ANPUH - Associação Nacional de História/Seção São Paulo
- APROFFESP - Associação dos professores de Filosofia do Estado de São Paulo
- ASPESCS - Associação dos Profissionais de Educação de São Caetano do Sul
- ASSEMEC - Especialistas da Educação da Rede Municipal de Campinas
- CONTEE - Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino
- FEPESP - Federação dos Professores do Estado de São Paulo
- SEAAC/Bauru
- SEPERJ - Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Estado do Rio de Janeiro. Núcleo Belford Roxo/RJ
- SEPERJ - Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Estado do Rio de Janeiro. Núcleo Regional I/RJ
- SERJAL - Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal em Alagoas
- SINASEFE/SP - Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica/ Seção São Paulo
- SINDCONIR - Sindicato dos Comerciários de Nova Iguaçu/RJ e região
- SINDEMA - Sindicato dos Funcionários Públicos de Diadema
- SINDIODONTO/CE - Sindicato dos Odontologistas do Estado do Ceará
- SINDMETALSJC - Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Jacareí, Caçapava, Santa Branca e Igaratá
- SINDMETAU - Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté
- Sind-REDE/BH - Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte
- SINDSAUDE/RN - Sindicato de Servidores da Saúde do Estado do Rio Grande do Norte
- SINDSEF/SP - Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal no Estado de São Paulo
- SINDSERV-SBC - Sindicato dos Servidores Municipais de São Bernardo do Campo
- SIND-UTE - Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais/Subsede Juiz de Fora
- SINJUSMAT - Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal do Estado de Mato Grosso
- SINPAAE/RP - Sindicato dos Professores Auxiliares de Administração Escolar de Ribeirão Preto
- SINPRAAERP/ Ribeirão Preto - Sindicato dos Professores e Auxiliares de Administração Escolar de Ribeirão Preto
- SINPROBAU - Sindicato dos Professores de Bauru
- SINTERN - Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte - Regional Umarizal/RN
- SINTESC - Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina - Regional Joinville
- SINTECT/ Vale do Paraíba - SP - Sindicato dos Trabalhadores na Empresa de Correios e Telégrafos
- SINTEE-PP - Sindicato dos Trabalhadores de Estabelecimentos de Ensino de Presidente Prudente e Região
- SINTRAJUD/SP - Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal no Estado de São Paulo
- SINTRAJUFE/MA - Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal e MPU no Maranhão
- SINTRO/Ceará - Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário do Ceará
- SINTSEM/Limoeiro do Norte-CE - Sindicato dos trabalhadores no Serviço Público Municipal de Limoeiro do Norte/CE
- SINTUSP - Sindicato dos Trabalhadores da USP (Universidade de São Paulo)
- SISEMJUN - Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Juazeiro do Norte/CE
- SISERP - Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Criciúma
- SITRAMPA - Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Palhoça
- STPMJ - Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais de Jacareí
- STTRAVP - Sindicato dos Condutores do Vale do Paraíba
- Sindicato dos Químicos de São José dos Campos e Região
- Sindicato dos Químicos de Vinhedo. Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil da Região Metropolitana de Fortaleza.
- Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Confecção Feminina de Fortaleza/CE
- Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Transporte Rodoviário de Passageiros Intermunicipal/CE
- Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário de Belém/PA

SINPRO – Sindicato dos Professores:
- SINPRO ABC
- SINPRO Campinas e região
- SINPRO Guarulhos
- SINPRO Jacareí
- SINPRO Jundiaí
- SINPRO Lins
- SINPRO Osasco
- SINPRO Ribeirão Preto
- SINPRO Santos
- SINPRO São Carlos
- SINPRO São José do Rio Preto
- SINPRO São Paulo
- SINPRO Sorocaba
- SINPRO Taubaté
- SINPRO Valinhos e Vinhedo

Grupos de Estudo e Pesquisa:
- CUBO - Laboratório de Estudos sobre Comunicação e Crise do Capitalismo (UEL/PR)
- DHCTEM - Grupo de pesquisa Direitos Humanos, Centralidade do Trabalho e Marxismo (USP)
- GEA - Grupo de Estudos de Teoria da História em Althusser (UNESP/Marília)
- GEMA - Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Marxismos, Política e Sociedade (UFFS/Chapecó)
- GEPAD - Grupo de Estudo e Pesquisa de Antropologia do Direito da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG)
- GEPAL - Grupo de Estudo de Política da América Latina. Coord.: Prof. Dr. Eliel Machado (UEL/PR)
- GEPECS - Grupo de Estudos e Pesquisas Educação e Crítica Social (Faculdade de Educação/UNICAMP)
- GEPESS - Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação e Serviço Social (UFF)
- GPHP - Grupo de Pesquisa História e Poder. Coord.: Prof. Dr. Gilberto Calil (UNIOESTE/PR)
- GPMT - Grupo de Pesquisa Mundo do Trabalho e suas Metamorfoses. Coord: Prof. Dr. Ricardo Antunes (UNICAMP)
- GPTES - Grupo de Pesquisa Trabalho, Educação e Sociedade (UFU)
- Grupo de Pesquisa Resistências: controle social, memória e interseccionalidades (UFABC)
- Grupo de Trabalho História e Marxismo - ANPUH
- Grupo de Pesquisa sobre Trabalho Digital (UNB)
- GPTDH-NUTSS - Grupo de Pesquisa Trabalho e Direitos Humanos - NUTSS (UFF)
- GPTP - Grupo de pesquisa trabalho e práxis (UFES)
- GPUD - Grupo Escola Pública e Democracia
- HISTEDBR - Grupo de Estudos e Pesquisas História, Sociedade e Educação no Brasil (UNICAMP)
- LEHC - Laboratório de Estudos sobre Hegemonia e Contra-hegemonia (UFRJ)
- LEMA - Laboratório de Estudos Marxistas/RJ
- LEMARX - Laboratório de Estudos e Pesquisas Marxistas (FACED/UFBA)
- LEMARX-TMD - Laboratório de Estudos Sobre Marx e a Teoria Marxista da Dependência (UFRJ)
- LENPES - Laboratório de Ensino, Pesquisa e Extensão em Sociologia. Coord.: Profa. Dra. Ileizi Luciana Fiorelli Silva (UEL/PR)
- LIEPE - Laboratório de Investigação em Estado, Poder e Educação (UFRRJ)
- MEPRI - Marxismo, Estado, Política e Relações Internacionais (UNESP/Marília)
- NEM - Núcleo de Estudos Marxistas (UFF-VR)
- Observatório dos Movimentos Sociais (UFT)
- RET - Rede de Estudos do Trabalho. Coord.: Prof. Dr. Giovanni Alves (UNESP)
- RRDHS - Grupo de Pesquisa sobre os Relatórios de Desenvolvimento Humano voltados para a América Latina. Coord.: Profa. Dra. Maria José de Rezende (UEL/PR)
- REPU - Rede Escola Pública e Universidade

Associações, Coletivos, Movimentos e Partidos Políticos:
- Associação Comunitária Rosa Luxemburgo - São Paulo/Zona Sul
- Associação Fundação Viva
- Bancada Feminista de Vereadoras do PSOL em São Paulo
- Café Filosófico da Periferia - São Paulo/Zona Sul
- Centro Acadêmico Marielle Franco - Faculdade de Educação da UNICAMP
- Coletivo 15 de Outubro - Campinas
- Coletivo de Educadoras e Educadores de Campinas
- Coletivo Educação de Santo André
- Coletivo Educacional Sindical Classista (CESC)
- Coletivo Movimenta
- Coletivo de Mulheres da Educação - Amazonas
- Coletivo Revolucionário de Libertação (CORDEL)
- Coletivo de Trabalhadores em Luta (CLT - Campinas)
- Coletivo Tecendo Ideias
- Colemarx - Coletivo de Estudos em Marxismo e Educação
- Combate Socialista/PSOL Londrina
- Conspiração Socialista
- Consulta Popular – Regional Londrina/PR
- Corrente Trabalhadoras e Trabalhadores na Luta Socialista (TLS/PSOL)
- CUB Scuola Università Ricerca - sector educaciòn - ITÁLIA
- Diretório Municipal do PSOL de Mauá
- Educadores pelo Socialismo
- Emancipação Socialista
- Fédération SUD Éducation - FRANÇA
- Fórum de EJA do Estado de SP
- Fórum Regional de EJA da região metropolitana de Campinas
- Fórum Regional de EJA do ABCDMRR
- Grupo Poiesis e Alquimia Feministas
- Insurgência ABC/PSOL
- Juventude por + Direitos
- LUTE
- Mandata Bancada Feminista – PSOL
- Movimento Escolas Sem Luto
- Movimento Luta Popular
- Movimento Mulheres em Luta (MML)
- Movimento de Mulheres Olga Benário
- Movimento Nacional Quilombo Raça e Classe
- Núcleo de Educação Popular 14 de Novembro - São Paulo/Zona Sul
- PCB - Partido Comunista Brasileiro
- PSTU Nacional - Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado
- Povo Sem Medo - Guarulhos
- [email protected] del Fronte di Lotta No Austerity - ITÁLIA
- Rebeldia
- Reviravolta na Educação SP
- Reviravolta na Educação DF
- Resistência e Luta/SP
- Resistência Feminista ABC - Cláudia Silva
- Resistência/PSOL
- Sindicato é Pra Lutar!
- Mandato Coletivo - Mulheres por + Direitos - PSOL São Caetano
- Movimento Nossa Classe
- Raiz popular/PSOL
- Servidores em Ação - São Caetano do Sul
- Tendência Socialista/SP
- Território Livre/SP
- Travessia Coletivo Sindical e Popular
- UJC - União da Juventude Comunista/Grande ABC
- Unidos Para Lutar

Figuras Públicas:
- Altino Prazeres - Coordenador do Sindicato dos Metroviários de São Paulo
- Antonio Carlos Pereira de Souza - Presidente do Diretório Municipal do PT de Ribeirão Pires
- Barba - Deputado Estadual em São Paulo/PT
- Belmiro Moreira - Presidente do Sindicato dos Bancários do ABC
- Carlos Giannazi - Deputado Estadual em São Paulo/PSOL
- Claudionor Alencar - Presidente do PT de São Caetano do Sul
- Daniel Cara - Professor da USP e Dirigente da Campanha Nacional pelo Direito à Educação
- Denise Carreira - Ação Educativa
- Dra. Eliana Ferreira - PSTU ABC
- Flavia Bischain - Diretora da Apeoesp e militante do PSTU
- Gleice Oliveira – Professora e Historiadora em Manaus/AM
- João Carlos de Moraes - Núcleo BrCidades ABCDMRR
- Luana Alves - Vereadora em São Paulo/PSOL
- Lucas Mizuma - Diretor SINPEEM e militante do PSTU
- Luiz Fernando Teixeira – Deputado Estadual em São Paulo/PT
- Márcia Jacomini - FINEDUCA (Associação Nacional de Pesquisa em Financiamento da Educação)
- Mônica Seixas - CoDeputada pelo PSOL/SP
- Nelice Pompeu - Movimento Escolas sem Luto/ Coletivo Raiz Popular/ Caravana da Educação
- Neno - Vereador em Diadema/PT
- Professora Maria Isabel de Noronha (Bebel) - Presidenta da Apeoesp, Deputada Estadual e líder da Bancada do PT na Alesp.
- Sâmia Bonfim - Deputada Estadual em São Paulo/PSOL
- Sirlene Maciel - Professora do Centro Paula Souza e da Coordenação do Fórum Sindical, Popular e de Juventudes em defesa dos direitos e liberdades democráticas
- Vera Lúcia - presidente PSTU/SP
- Zé Maria - presidente nacional do PSTU

Docentes Universitários:
- Alessandra Teixeira - Professora Dra. Adjunta da UFABC
- Ana Cleide Chiarotti Cesário - Professora Dra. Titular Aposentada do Departamento de Ciências Sociais/UEL
- Ana Maria Chiarotti Almeida - Professora Dra. do Departamento de Ciências Sociais/UEL
- Ana Paula Corti – Professora Dra. do IFSP
- Eliel Machado - Professor Dr. do Departamento de Ciências Sociais/UEL
- Geovania da Silva Toscano, professora do departamento de Ciências Sociais da UFPB
- Gilberto Calil - Professor Dr. do Departamento de História/UNIOESTE/PR
- Giovanni Alves - Professor Dr. da UNESP/Marília
- Gisele Sifroni - Professora Dra. e pesquisadora da Universidade Federal do Amazonas
- Henrique Carneiro - Professor Dr. do Departamento de História/USP
- Ileizi Luciana Fiorelli Silva - Professora Dra. do Departamento de Ciências Sociais/UEL
- Jean Paulo Pereira de Menezes – Pós - doutorando em Educação pela UEMS
- Marcia Reis Longhi - Professora Dra. do departamento de Ciências Sociais da UFPB
- Maria José de Rezende - Professora Dra. do Departamento de Ciências Sociais/UEL
- Maria Orlanda Pinassi - Professora Dra. Aposentada do Departamento de Sociologia/UNESP
- Mauricéia Ananias – Professora Dra. do Centro de Educação da UFPB
- Ricardo Antunes - Professor Dr. Do Departamento de Sociologia Unicamp/IFCH
- Rogério Diniz Junqueira - Pesquisador do Centro de Estudos Multidisciplinares Avançados da UnB e membro da rede da Campanha Nacional pelo Direito à Educação.
- Surya Aaronovich Pombo de Barros - Professora Dra. do Centro de Educação da UFPB
- Virgínia Fontes - Professora Dra. em História na Pós-Graduação da Universidade Federa
Fluminense.

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