SinproABC e Petroleiros unidos em defesa da Petrobras

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A diretoria do SinproABC – Sindicato dos Professores do ABC se une aos trabalhadores da Petrobras

Numa demonstração de unidade e solidariedade aos trabalhadores da Petrobras que estão em greve desde o dia 1° de fevereiro, diretores do SinproABC - Sindicato dos Professores do ABC estive presente na reunião na sede do Sindicato dos Petroleiros de Mauá, no último dia 4, terça-feira. Durante o encontro foi discutido os rumos das mobilizações e avaliada a paralisação da categoria.

O movimento ganhou força, apesar de decisões judiciais que buscaram restringir a greve, e atingiu 113 unidades da empresa, em 13 Estados do país, com mais de 20 mil petroleiros mobilizados.

Para o SinproABC o momento é crucial e torna-se necessária a mobilização e solidariedade aos trabalhadores da Petrobras. Para o Sindicato a “ Defender a Petrobrás é defender o Brasil".

 

 

 

Inscrições para o Fies terminam amanhã

Para ter acesso ao Financiamento Estudantil (Fies), o candidato deve ter feito o Enem, alcançado

média das notas igual ou superior a 450 pontos, além de ter tirado nota diferente de zero na redação.

Este semestre, serão ofertadas 70 mil vagas em instituições privadas de ensino superior.

Mudanças

Em dezembro de 2019, o comitê gestor do Fies realizou algumas mudanças no programa. O Ministério da Educação (MEC) destaca, entretanto, que elas só valerão a partir do segundo semestre deste ano.

Uma das mudanças é a possibilidade de cobrança judicial dos contratos firmados até o segundo semestre de 2017 com dívida mínima de R$ 10 mil. O ajuizamento deverá ser feito após 360 dias de inadimplência na fase de amortização, ou seja, do pagamento em parcelas dos débitos.

Hoje a cobrança de quaisquer valores é feita no âmbito administrativo. Pela resolução aprovada pelo comitê, só continua a se enquadrar nesse campo quem dever menos de R$ 10 mil. O devedor e os fiadores poderão ser acionados.

Para o P-Fies, o comitê definiu independência em relação ao Fies, para “dinamizar a concessão do financiamento nessa modalidade”. Não haverá exigência do Enem como pré-requisito (hoje, é idêntico ao do Fies) e nem será imposto limite máximo de renda (atualmente, é para alunos com renda per capita mensal familiar de até cinco salários mínimos). Também será possível contratar o P-Fies durante todo o ano.

As mudanças também atingiram o uso da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como forma de ingresso ao Fies. Hoje é preciso ter nota média mínima de 450 pontos e apenas não zerar a redação para pleitear o financiamento. O comitê estabeleceu uma nota de corte também para a parte discursiva, 400 pontos, que está abaixo da nota média nacional, de 522,8. Essas mudanças valem a partir de 2021.

A nota do Enem também servirá para limitar transferências de cursos em instituições de ensino superior para alunos que possuem financiamento do Fies. Será necessário ter obtido, no Enem, resultado igual ou superior à nota de corte do curso de destino desejado. “Mais uma vez, a meritocracia como base para formar profissionais ainda mais qualificados, mantendo políticas públicas de inclusão como o próprio Fies”, informou o MEC.

O comitê ainda aprovou o plano trienal 2020 a 2022 para o Fies. Nele, as vagas poderão cair de 100 mil em 2020 para 54 mil em 2021 e 2022, caso não haja alteração nos parâmetros econômicos atuais. Mas esses valores serão revistos a cada ano, podendo voltar a 100 mil vagas caso haja alteração nessas variáveis ou aportes do MEC.

Saiba Mais http://tvbrasil.ebc.com.br/brasil-em-dia/2020/02/inscricoes-para-o-fies-terminam-amanha

Sindicato se une a protestos, pelo país, contra o desmonte do INSS

 

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O SinproABC – Sindicato dos Professores do ABC somou-se aos protestos nesta sexta-feira, dia 14, contra o desmonte do INSS. O Ato, promovido pelas Centrais Sindicais, ocorreu em todo país. Em Santo André, os manifestantes se concentraram na agência da Avenida Adolfo Bastos.

Os manifestantes protestam nas sedes do INSS, em diversos estados, contra as filas na concessão de benefícios, que atingem quase 2 milhões de pedidos.

O Dia Nacional contra o Desmonte da Previdência teve como objetivo alertar a população para as consequências da política de sucateamento adotada pelo governo.

Na falta de reposição dos funcionários, que se aposentam, o instituto vem perdendo a capacidade de analisar e atender pedidos de aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade, dentre outros. O salário-maternidade, por exemplo, antes concedido em 20 minutos, atualmente tem levado um mês. O prazo legal é de até 45 dias.

Entre 2016 e 2019 o quadro de servidores caiu de 33 para 23 mil. Os funcionários que antes faziam o atendimento, direto à população, foram deslocados para funções internas.

As manifestações contra o desmonte da Previdência ocorreram, em pelo menos, 10 estados e no Distrito Federal.

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Convocação para o Ato em Defesa da Previdência Social - Dia 14/02 às 8h

Convocamos a população e os movimentos sociais para o Ato em Defesa da Previdência Social, que será realizado no dia 14 de fevereiro (sexta-feira), a partir das 8 horas, em frente às agência do INSS de Santo André (R. Adolfo Bastos, 520 - Vila Bastos), e São Bernardo do Campo (Av. Newton M. de Andrade, 140 - Centro)

O governo Bolsonaro vai enviar o projeto de reforma da Previdência à Câmara dos Deputados ainda em fevereiro. Entre as propostas da sua equipe econômica, estão o aumento do tempo de contribuição e da idade mínima para se aposentar, a desvinculação dos valores dos benefícios ao salário mínimo e o modelo de capitalização, que significa uma previdência com investimento individual. O pacote de medidas é mais um duro ataque aos direitos do povo trabalhador, mas garante a manutenção dos privilégios de determinados setores.

O déficit da previdência, principal argumento para a aprovação da medida, poderia ser solucionado se os grandes empresários pagassem o que devem, como ficou comprovado pela CPI da Previdência. Ao invés disso, é a classe trabalhadora que pagará a conta, tendo seu acesso à aposentadoria restringido.

Só a mobilização da sociedade será capaz de impedir esse assalto, que irá nos roubar a possibilidade de termos uma vida minimante digna na velhice, após anos de trabalho! Venha para a rua defender o seu direito e o das gerações futuras! Essa luta é de todos nós, participe!

 

 

Não ocorrendo os pagamentos de novembro e vale transporte até 28/02, ficou decidido que haverá paralisação de um dia em 02/03 com ato às 18h na rua Sacramento.

 

Funcionários da Universidade Metodista de São Paulo, em São Bernardo, incluindo os professores, professoras e os trabalhadores administrativos decidiram manter o estado de greve em assembleia realizada na noite da sexta-feira, dia 7 na Câmara Municipal de São Bernardo do Campo.

O Sinpro ABC (Sindicato dos Professores do ABC) e o Saae (Sindicato dos Auxiliares de Administração Escolar), conduziram a assembleia que se estendeu até as 21 horas.

Os trabalhadores aceitam o parcelamento das verbas de 2019 ( dezembro, décimo terceiro e férias / vales alimentação e refeição) em 8x a partir de maio e,  somente se, ocorrer o pagamento de novembro para todos os professores e o pagamento do vale transporte para todos os auxiliares até o último dia útil de fevereiro (28/02).

Os funcionários também exigiram informes de rendimentos para IR.

Não ocorrendo os pagamentos de novembro e vale transporte até 28/02, ficou decidido que haverá paralisação de um dia em 02/03 com ato às 18h na rua Sacramento.

Os profissionais decidiram ainda produzir um documento como manifestação de repúdio a ser entregue no Ministério Público do Trabalho .

No ano passado, professores da universidade e do colégio chegaram a fazer greves que duraram pelo menos dez dias cada. Ambas situações encerraram após acordo da Justiça do Trabalho. Entretanto, Edilene Arjoni, presidente do Sinpro ABC, lembrou que a instituição descumpriu todas as determinações do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) e do MPT (Ministério Público do Trabalho).

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