ASS VIRTUALEm tempos de pandemia do Corona Vírus o SinproABC - Sindicato dos Professores do ABC, realizou a sua primeira assembleia online. Em 36 anos de história esta foi à primeira vez que a entidade utilizou a opção à distância. Assim, o SinproABC, mantém o seu princípio de seguir a decisão dos trabalhadores.

A atividade aconteceu na tarde desta segunda-feria, dia 27, e teve como pauta a negociação com o Colégio Terra Mãe. Através da plataforma do aplicativo do Zoom os educadores puderam analisar e votar a proposta oferecida.

A presidente da entidade Edilene Arjoni lembrou que em tempo de quarentena onde a carga de trabalho tem sido intensa e o educador compelido a se adequar as novidades impostas é fundamental garantir que os mecanismos tecnológicos assegurem o poder de decisão à categoria. “Com a assembleia à distância garantimos o poder de decisão ao professor e a professora e este é o principal instrumento da democracia, disse”.

O recurso tem sido amplamente utilizado pelas organizações sindicais com o objetivo de ampliar as discussões a cerca das propostas oferecidas à categoria pelo setor patronal.

Entre os destaques do acordo com o Colégio Terra Mãe ficou estabelecido:

— a manutenção dos benefícios;
— estabilidade no emprego até o dia 15 de dezembro de 2020;
— ajuda compensatória

 

Não aceite acordo sem consultar o SINPRO ABC

 

QUALQUER ACORDO QUE A ESCOLA PROPOR AVISE O SINPRO ABC, NÃO HÁ MEDIDA PROVISÓRIA QUE EXCLUA SEUS DIREITOS!

DENÚNCIA VIA WHATSAPP: 11 9 8921-2588

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BARCOS

 

bolsonaro hoje tossindo3No último dia 25 de março, o Sindicato dos Professores(as) do ABC expressou, através de um editorial – “BASTA!” – sua total descrença em um governo acéfalo e que vem cobrando a conta da crise causada pela quarentena da COVID-19 das trabalhadoras e trabalhadores com redução de jornada de trabalho e salários, suspensão de contratos de trabalhos e antecipação de férias aleatoriamente. Micros e pequenos empresários também sofrem com a falta de acesso a crédito, provocando ainda mais inatividade e desemprego; enquanto o governo do presidente Jair se coloca à disposição dos grandes conglomerados e mega empresas com ajuda, crédito e total disponibilidade do Palácio do Planalto.

Um mês se passou e as arbitrariedades, de lá para cá, só pioraram. O “Capitão” da nau desgovernada entrou em uma disputa de ego com seu próprio ministro da saúde – em plena mobilização nacional no combate à pandemia – e a justificativa do presidente Jair foi a de que seu ministro Luís Henrique Mandetta se preocupava demais com a vida. Ora, onde já se viu um ministro da saúde, em pleno flagelo pandêmico, preocupar-se com vidas? (Com o perdão da ironia). Fica claro que o “Capitão” da nau desgovernada se preocupa mais com a economia, com salvar os grandes negócios, do que com salvar vidas.

Em meio a todas essas crises institucionais provocadas pelo presidente Jair, que guia a nau brasileira desgovernada rumo ao grande “iceberg”, e diante da grande ameaça à classe trabalhadora e à população mais pobre, o SINPRO-ABC se soma às demais entidades sociais, partidos políticos e grupos organizados, e clama pelo FORA BOLSONARO! Esse governo nunca conseguiu construir sua estabilidade e agora sua prática predatória ameaça os mais vulneráveis.
O SINPRO-ABC defende como palavra de ordem o FORA BOLSONARO! e exige, das autoridades competentes, a revogação total das MP’s que atacam a classe trabalhadora.

#ForaBolsonaro

P.S. Enquanto esse artigo de opinião era escrito, o “capitão” da nau desgovernada – presidente Jair – exonerava o diretor geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, provocando assim o descontentamento de seu superministro Sérgio Moro que ameaça pedir demissão. Aguardemos os próximos capítulos desse trágico governo.

É o que pensa a diretoria do SINPRO-ABC
24 de abril de 2020

A Covid-19 mudou completamente a forma como nos relacionamos. E pra nós que somos brasileiros, tão habituados a nos tocar, tivemos que nos adequar. Não há mais abraços e nem aquela conversa de pé de ouvido. E para os educadores, toda essa mudança tem ainda um elemento agravante: A sala de aula foi pra dentro de casa.

Para falar sobre essas mudanças, angustias e aflições, convidamos para o Podcast desta semana o Professor Leonardo Zanelli. Ele que é professor da Universidade São Judas, mestre pela PUC, tem experiência em escola de Educação Especial como psicólogo escolar. Zanelli vai falar sobre o trabalho remoto e o impacto na vida do professor com toda essa mudança.

CARTEIRA

Nesta sexta-feira completa-se um mês de trabalho remoto. Em 23 de março a grande maioria dos professores e professoras da rede particular e pública iniciou as suas atividades à distância em decorrência da pandemia da Covid 19.

Nesse período não foram poucas as vezes que o SinproABC— Sindicato dos Professores do ABC, foi obrigado a confrontar as escolas e fazer valer os direitos dos educadores, no entanto, na última quinta-feira, dia 17, o STF - Supremo Tribunal Federal, numa afronta clara a constituição, considerou que, excepcionalmente, os acordos individuais de redução de jornada e salários ou de suspensão do contrato de trabalho podem ser negociados diretamente entre patrões e empregados, sem a participação dos sindicatos.

O desrespeito à constituição foi ressaltado pelo ministro Edson Facchin quando proferiu o seu voto. O ministro afirmou que “A emergência, por mais grave que seja não propicia regras que suspendam a Constituição”.

Diante desse insulto a nossa categoria, o SinproABC, destaca a importância da unidade e ressalta que se a escola propôs algum acordo o professor deve informar ao sindicato pelo Whatsapp: 11 98921-2588 ou pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Importante salientar que a decisão do STF só se aplica aos trabalhadores que recebem salário inferior a R$ 3.135,00 ou superior a R$ 12.202,12. Se a remuneração estiver na faixa compreendida entre esses dois limites, está mantida a exigência de manifestação da entidade sindical.

Além disso, as empresas continuam obrigadas a enviar cópia dos acordos individuais aos sindicatos, independentemente da faixa salarial. As alterações contratuais foram mudadas pela famigerada, Medida Provisória 936, de 1º de abril. A questão acabou parando no Supremo, já que a Constituição Federal assegura "irredutibilidade salarial, salvo o disposto em Convenção ou Acordo Coletivo”(art. 7º, inciso VI).

Por fim destacamos a importância de não assinar nada, sem antes, consultar o Sindicato.

 

 

Informe22 04 sinpro abc

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Câmara aprova MP da carteira verde e amarela, que reduz direitos dos trabalhadores.

Em mais uma ofensiva aos direitos dos trabalhadores em plena pandemia do coronavírus, a Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira, dia 15, o texto da medida provisória do trabalho Verde e Amarelo, que reduz encargos para patrões que contratarem jovens no primeiro emprego e pessoas acima de 55 anos que estavam fora do mercado formal.

Em plena crise sanitária – política da Covid 19 a ação é de um oportunismo covarde, avalia o SinproABC – Sindicato dos Professores do ABC . “Sua aprovação ataca direitos trabalhistas históricos e enterra de vez a CLT - Consolidação das Leis do Trabalho”.

Mesmo com redução de direitos, medida não deve criar empregos e amplia a insegurança dos trabalhadores em meio à pandemia, avalia o Dieese. “Haverá aumento da rotatividade, com demissão daqueles que ganham mais para serem substituídos por trabalhadores contratados pelo novo modelo”, diz a entidade.

Em votação remota comandada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o texto-base foi aprovado por 322 votos a 153, com duas abstenções. Durante a sessão, partidos de oposição fizeram obstrução por mais de cinco horas. Agora, os deputados vão votar propostas de alterações ao projeto.
A MP precisa do aval também do Senado até 20 de abril para não perder a validade.
Chamado de trabalho Verde e Amarelo, o programa reduz obrigações patronais da folha de pagamento para contratação de jovens de 18 a 29 anos, que conseguem o primeiro emprego formal e com remuneração de até um salário mínimo e meio (R$ 1.567,50).

Com informações da Folha de S.Paulo, Rede Brasil Atual e Brasil 247.

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